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Kaballah

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Material baseado em pesquisa e
colaborações diversas. Estas estão citadas
como Links no final desta página
(Neto – Seth e Cassiel)

1a Parte

Kabala deriva da raiz da palavra hebraica “Kabbalah” que significa ” receber” e é um sistema teosófico e proclama ser de origem celestial, e que chegou aos primeiros patriarcas hebreus através do ministério dos Anjos e teve como principio transmitir os conhecimentos esotéricos pela palavra falada. A Kabala contém o conhecimento Absoluto sobre o domínio da criação. Na Kabala Angelical as Hostes Angelicais estão associadas às dez Sephiras e são consideradas Emanações da Deidade em que cada Sephira representa um número, um tributo, uma energia, uma hierarquia de seres espirituais que vão além da parte humana. Os Anjos são, segundo S. Tomás de Aquino:…”inteligências criadas à semelhança do homem, para expressar a mais exata forma do invisível”.

“Os Anjos existem simplesmente porque são Essências Divinas e nos ajudam a penetrar na nossa condição humana em toda sua plenitude”.

THE KABALA

Representa a mão direita de São Miguel Arcanjo e sua espada flamejante e deve ser sempre colocada na posição em que a mão que segura a espada fique do lado direito.

Faça o que lhe pede o coração
Dentro seu sagrado espaço
Revigore seu altar pessoal
Tendo DEUS com seu guia,
Pois a busca ela já é!, dentro de cada ser.

Os 72 Anjos-Gênios da Kabala

A Kabala é uma das mais antigas tradições secreta. Ela teria sido transmitida a Adão, o primeiro homem, pelo Anjo RAZIEL. É dito também, que ela é uma parte da Lei recebida por Moisés, transmitida por via oral. Ela consiste no estudo do sentido oculto da Torá, composta dos 5 primeiros livros da Biblia. Este estudo é baseado sobre diversas técnicas de decodificação e de permutação das letras, que deixam aparecer de novo o sentido e o novo conteúdo. É dito que todos os acontecimentos da história passada e futura ali são mencionados e que cada um de nós ali figura.

Foi então que estudando uma passagem particular do EXODO (Exo.19.21), composta de tres versos de 72 letras cada, os antigos kabalistas ali descobriram o nome dos 72 anjos-gênios das hierarquias celestes. Certamente, o nome real da entidade angélica é de longe bem superior. Seu nome é de fato infinito. Mas alguns destes 72 gênios da Kabala representam sem dúvida uma energia “piloto”, a cabeça de uma miríade de entidades que lhe são subordinadas. Estas 72 manifestações divinas foram classificadas em 10 Ordens hierárquicas:

1 – Os HAYOTH HA QODESH (Os Seres Santos)

6 – Os MALACHIM (Os Enviados)

2 – Os OFANIM (As Rodas que Voltam)

7 – Os ELOHIM-MALKHI (Os Mensageiros)

3 – Os ERELIM (Os Destemidos)

8 – Os BENI ELOHIM (Os Filhos dos Elohim)

4 – Os HASHMALIM (Os Raios)

9 – Os KEROUBIM (Os Semelhantes as Crianças)

5 – Os SERAFIM (Os Brilhantes)

10 – Os ISHIM (Os Homens Ocultos)

Eles dividiram mas tarde, renovado pela tradição cristã, Os Nove Côros Angélicos seguintes:

1 – OS SERAPHINS 6 – AS VIRTUDES

2 – OS CHERUBINS 7 – OS PRINCIPADOS

3 – OS TRONOS 8 – OS ARCANJOS

4 – AS DOMINAÇÕES 9 – OS ANJOS

5 – AS POTÊNCIAS

Os SERAPHINS – HAYOTH HA QODESH -(Os Sêres Santos)

ARCANJO REITOR
METTATRON

Esta é a Ordem mais elevada da Hierarquia. As entidades desta Hierarquia Superior estão em relação direta com a Energia Divina Suprema e Creativa. Eles têm em função o Fogo Divino e sua manifestações Universais: purificação, luz, iluminação, dissipação da trevas… É dito que eles circundam o trôno de Deus, cantando a música das esferas, e o regulamento do movimento dos céus no instante onde ele emana de Deus. Se dizem “Maçarico dos Pecados”. Cada un dos Anjos desta Hierarquia têm também relação com um dos 7 “pecados capitais” que podem nos ajudar a consumir. Ele têm então por função nos ajudar a descobrir nosso destino e o sentido de nossa vida, através da Consciencia das Leis Cósmicas Universais.
Eles são os vetores da VONTADE do Eu Superior.

Primeira Hierarquia

Primeira Ordem

Chamado a Ordem dos Serafim

Em nome do Cristo, eu invoco o capacete, o escudo e a armadura do Imperador. Invoco ao Arcanjo Miguel e as suas Legiões da Luz. Invoco ao Serafim Serapis Bey, o Chohan do 4º Raio Cósmico e as suas Legiões de Luz Seráfica. Invoco ao Arcanjo Metatron, a Ordem dos Serafim e ao Candelabro de Nove velas:

0 – Arcanjo PRINCIPE METATRON

1 – Anjo VEHUIAH

2 – Anjo JELIEL

3 – Anjo SITAEL

4 – Anjo ELEMIAH

5 – Anjo MAHASIAH

6 – Anjo LELAHEL

7 – Anjo ACHAIAH

8 – Anjo CAHETHEL

Invoco ao Deus Mercúrio, o Deus da Alquimia, o Caminho e aos anjos dos Relâmpagos de Luz, para que se coloquem sobre minha Torre e sobre a de todos os portadores de luz que estão encarnados e a de todos os portadores de luz que se preparam para encarnar, a fim de que as nossas mentes e cérebros sejam protegidos de toda manipulação.Em nome do Cristo, comando aos Serafim para que salvem as almas que precisam estar encarnadas e as que precisam ascender.

Invoco a armadura de Deus, a armadura dos Serafim, a armadura da consciência correta, da mente correta, da ação correta, do amor correto, para que eu possa acompanhar os Anjos da Ordem dos Serafim do Arcanjo Reitor Metatron e as Miríades de hostes seráficas que lhe são subordinadas, na decida ao aprisionamento das Almas, na dimensão, plano e sub-plano onde se encontram os corpos emocionais para a salvação. Invoco aos Serafim de Deus para que entrem no Carro, penetrem toda a minha consciência, o meu ser e o meu mundo a cada 24 horas e para que deixem atrás de si um intenso fogo de devoção carregado com o desejo de pureza.

Amado Imperador ocupe o Carro. Amados Serafim ocupem o meu campo de força! Ocupem o meu Templo, a minha emoção, a minha mente, a minha consciência! Invoco aos amados Serafim e aos que me foram designados para que coloquem a sua Presença Eletrônica sobre mim, para que se unam aos meus quatro corpos inferiores trazendo uma cura suave e uma espiral de integridade para concertar os rasgões da minha veste, para tecer e tornar a tecer o meu Corpo Solar Imortal. Amados Serafim trespassem a ilusão Netuniana! Que ela seja trespassada e retirada de mim! Que eu veja a realidade como Deus em mim! Que eu veja a atualidade como as condições que estão acontecendo no planeta, as condições que existem, e que cesse todo pensamento ilusório. Em nome do amado Príncipe Metatron, deixo para trás a Morte e o Inferno e volto-me para o Sol! Reivindico a consciência da vontade de vencer e o acréscimo do meu número de Serafim. Amados Serafim ajudem à ressurreição da minha alma, que a minha alma seja envolvida no fogo do Espírito da Ressurreição. Em nome do Cristo, invoco este fogo como a verdadeira veste da minha alma, para que eu possa reconhecer o poder da Ressurreição de Deus onde quer que eu vá nesta Terra.
Invoco ao Fogo dos Serafim, invoco a transfiguração. Amados Serafim instruam-me na Senda da Cristicidade Pessoal.

Os Anjos

Comunicação do Anjo

1 – VEHUIAH

” O primeiro Anjo é um Anjo extrêmamente importante e potente, porque é ele que sustenta, um porta bandeira, um heroi. O nome do Anjo VEHUIAH traz uma energia de vanguarda, de renovação. Ele carrega nele mesmo um grande poder de creação e permite instituir novos ciclos e de conseguir as coisas na mão. O Anjo VEHUIAH desperta a capacidade intuitiva. Ele traz o poder da Luz ao serviço do Universo e das Leis que o régem. Ele permite se abrir a sua intuição afim de captar os movimentos do Universo, de se transformar na antena receptiva das datas do Universo afim de se tornar o motor.
O Anjo dos Alquimistas, portador do fogo alquímico impulsiona a Iluminação Espiritual. Ele dá consciência da presença de Deus em todas as coisas. Ele nos permite tornar Luz, ser Luz, e nos proporciona reconciliação com Deus.
Tudo começa pelo Anjo VEHUIAH. Ele é o inicio, a primeira marcha neste subir a escada de setenta e dois degraus. Com ele, nós começamos a edificar o nosso templo interior.
O Anjo VEHUIAH canaliza a Essência do Pai, a Vontade do Pai. Sua Vontade nos permite sair da confusão, e de poder nos tornar creaturas no nosso caminhar, de acôrdo com o Pai. O Anjo VEHUIAH está de todas as maneiras ao comando do Universo, e nele está as ordens dos Mundos.
Com o Anjo VEHUIAH, esta energia ativa que está em movimento, movimento incessante de energia que convida à agir, e a ser utilizada. Ele canaliza a Força do Universo a disposição da atitude creativa.”

2 – YELIEL

” O Anjo JELIEL ajuda a desenvolver o sentido de dever, deste que é justo e autentico. Ele impulsiona o discernimento e direção do dia da ilusão, destes que não estão de acordo com as Leis. Ele impulsiona a achar a sua realidade profunda, nestes que com ele estão conectados.
O Anjo JELIEL nos permite achar as chaves e os códigos da percepção Espaço-Tempo. Ele permite compreeder porque o caminho kármico existe, que eles são as peças e explicam a viver. Ele permite igualmente descobrir seu plano de vida e o seu lugar no plano.
O Anjo JELIEL nos induz a tirar as lições da existência, da vida nela própria, e a como entender este plano de existência. Ele nos explica o caminho da existência, a vida, a morte, o ciclo eterno. Tudo é mergulho, tudo é movimento, nada não se cristaliza. Ele nos explica e denuncia as cristalizações que nós portamos, os blocos conservados, em lugar de fazer circular as energias, de as deixar livres para trabalhar, e não de as interromper ou de as parar. Ele nos ensina que cada coisa tem o significado de crescimento ou de evolução.
A pessoa nascida sob a égide deste Anjo, será uma pessoa ligada as Leis, fiel a Lei, obedecendo e sendo as vezes um executor desta Lei. Em acôrdo com o Universo e as Leis Divinas, será alguém perseverante. Esta pessoa se transforma no instrumento de Deus. Ela será conduzida a governar, comandar, a estar sempre em altas hierarquias, com as suas responsabilidades. Ele estará lá para restabelecer a ordem, a Ordem Divina – os direitos de Todos. Ele possuirá perfeita retórica e palavra.
O Anjo JELIEL permite ao homem de se relembrar sua ligação a Deus e não aos bens deste mundo. A fidelidade aparece, fé na Luz e Amor. O Anjo JELIEL nos coloca na jornada face a nossa missão terrestre, nos mostrando o objetivo a executar.
O Anjo JELIEL, ao lado de sua grande sabedoria, seu Amor inesgotável, e sua Luz nos traz sempre as solucões diante dos problemas, diante dos tumultos emocionais de todos. Ele tem a palavra sábia, palavra que nós escutamos. Inspiradas por Deus, ele dá sempre o conselho justo, a palavra justa, afim de restabelecer a paz e que todos se coloquem ao nível do coração nas suas renvidicações.
Ele porta a bandeira da Justiça Divina. Ele porta a Fecundidade e dá o equilíbrio Masculino/Feminino. Ele propulciona a raridade deste equilíbrio, e a fundar uma grande família.”

3 – SITAEL

“O Anjo SITAEL, por sua posição na hierarquia angélica, induz todos a reconhecer e a perceber seu lugar no Universo. Ele permite assim a todos poder efetuar sua missão terrestre e intervir no equilíbrio do Universo. Ele ajuda a organizar e a gerar as atividades afim de que eles sejam imprimidos de justiça, de claridade e de prosperidade. Ele aconselha com um espírito de temperança e de equilíbrio, o equilíbrio das Leis. O Anjo SITAEL permite identificar em todos nós os recursos que nós detemos. Ele nos impulsiona a utilizar e a fazer frutificar estas riquezas interiores.
Ele nos induz a considerar a alegria, a fé e a felicidade como princípios de harmonia, de florescimento por si, os outros, e todo Universo inteiro.
O Anjo SITAEL é uma energia que constroi e reconstroi o Universo. Nos momentos dificeis davida, ele nos mostra os recursos que existem em nós e nos arredores de nós. Ele nos faz sentir, nos faz descobrir que nós não somos sozinhos, e que assim que nós pedimos ajuda, esta vem sob diferentes formas.
O Anjo SITAEL nos demonstra que as forças do Universo estão presentes en nós e ao redor de nós, e que nós poderemos as utilizar para modificar nossa vida e crescer ao mesmo tempo. Ele percorre o grande dia a função de dirigente, de construtor, de político, escondido em nós.
O Anjo SITAEL detem uma qualidade, um valor importante que é agir, anular, transmutar uma ação, um pensamento emitido quando nos arrependemos profundamente. Nós pedimos então sua ajuda e seus conselhos afim de modifificar o acontecimento, ou pelo menos transmutar os efeitos desta situação.
O Anjo SITAEL porta nele a energia do arrepender e o poder de transmutar, para retornar o equilíbrio nas ordens das coisas. A Verdade e a pesquiza da verdade fazem parte de seu programa. A verdade de tudo e de todos, recolocar a verdade no exato lugar de todas as consciencias , compreensão e compaixão. Insistir na verdade no dever e em alguns casos obscurecer o julgamento de todos. Ele permite recolocar a verdade afim de achar as soluções para que a harmonia e o equilíbrio retornem.
O Anjo SITAEL serve de intermédiário para um govêrno Divino, o govêrno que permite reinar sobre império, o reino da Matéria, da vida de todos os dias. Ele nos transmite ao mesmo tempo a responsabilidade deste caminho.”

4 – ELEMIAH

“O Anjo ELEMIAH é portador de uma grande Força de Luz aliada a Força purificadora do Fogo. Ele nos ajuda a reconhecer nossa Força interior, a utilisar e a redistribuir ao redor de nós. Ele ajuda as pessoas diante das dificuldades a gerar suas Forças interiores ocultas e confinadas. Ele nos permite a extrair do dia, nos ajuda a transmutar estas energias em um sentido de construção. Ele as canaliza então afim de que elas se transformem em um grande dia e evitar que elas se tranformem em Força explosiva. Ele traz então coragem, fé, alegria e entusiasmo nas ações. A Força do Anjo ELEMIAH flui no lugar uma ressonancia com as Forças de Luz do Universo. O ser acompanhado por este Anjo está imprimido desta Força e pode a utilisar afim de melhor se unir a ação. Ele poderá então utilisar esta Força de ação face a tudo que lhe for exigido, sem abaixar os braços, mesmo se as dificuldades parecerem insuportáveis. A Força da Luz permite requilibrar as confusões colocando-as no lugar para o homem. Gracas ao Anjo ELEMIAH, o homem recebe os dados, as informações necessárias para cumprir sua missão de equilibrar seus diferentes níveis: reequilibrar o planeta, a natureza, a natureza humana, a sociedade, os negócios, etc….
Ele intervem sobre a proteção do planeta e traz o equílibrio em geral. Diante as dificuldades reencontradas, ele nos impulsiona para frente e nos induz a achar as soluções que nos fazem descobrir a alegria e a felicidade de estar ao lado com o Universo. As viagens e as expedições maritimas fazem parte da energia do Anjo ELEMIAH que é quem propulsiona a ação. Mas ele nos pede equilibrar estas viagens exteriores por uma viagem ao interior de nós. A Água simboliza então o plano emocional. O Anjo ELEMIAH nos ensina a regular o emocional, e tudo o que se conecte a este plano: a colera, o medo, a inveja, a frustração, a violencia, a agressividade. Nós podemos fazer apelo a ele afim de equilibrar estas energias ao interior de nós, tudo que nos permita equilibrar as energias de mesma natureza que existam ao redor de nós. Viajar ao exterior, é aprender a viajar ao interior. Isto nos permite a não ficar sobre antigos esquemas e de aceitar a reconstrução permanente de nós mesmos. O Anjo ELEMIAH nos impulsiona igualmente a tática para chegar a nossa finalidade, mas a que o Universo nos determina. Ele nos traz a construção de um Universo novo, a reconstrução permanente do Cosmos”

5 – MAHASIAH

“O Anjo MAHASIAH traz a paz e induz equilibrar tudo que impede a paz de se instalar. Ele induz que o Universo esteja em paz, de viver uma paz interior, uma paz exterior, e de viver em paz com todos. O Anjo MAHASIAH traz a compreensão da conexão de Luz entre si e o Universo e nos ensina a resplender esta Luz, a radiar e que toda ação na nossa vida seja conectada com esta Luz. Ele nos ensina o que é esta Luz, e os elementos aos quais ela está vinculada, a estrutura do Cosmos e a creação dos mundos. Ele deixa que todos possam evoluir, crescer, se transformar, se transmutar, que todos possam viver em radiação, e que esta radiação esteja associada ao Universo. O Anjo MAHASIAH nos ensina que nossa radiação, resplendor pertence ao Universo e não a nosso eu pessoal. Nosso esplendor possui um poder, uma atração, um carisma que é utilizado afim de guiar. Guiar os outros en direção a sua própria Luz, e restabelecer seu próprio caminho. Ele nos ensina que somos parte de algum aspécto do Universo. A energia do Anjo MAHASIAH está ligada ao conhecimento do mundo, das leis e dos sistemas de compreensão. Reconhecimento e gratidão fazem parte de seus fundamentos. Por sua essencia, o Anjo MAHASIAH ajuda algum de nós a se reconectar com estas fontes e nos induz, de as fazer conhecer aos outros.”

6 – LELAHEL

“Veicular a Luz ao Amor. Se nós somos Amor, a Luz pode implementar a liberação da cura do mal e da injúria. Tal é o progresso que nos propõe este Séraphin, o Anjo LELAHEL. O Anjo LELAHEL nos ajuda a nos liberar de nossas contingencias materiais, tudo isto que nos entrava no cotidiano, esta parte do Amor. O Anjo LELAHEL pressiona nosso ser a investigar a harmonia, a uma reconciliação harmoniosa de nós com nós mesmo, de nós com os outros. Ele nos permite a não esquecer a conexão de Luz que nos une com Deus, de viver Aqui e Manter a relação direta com o Céu. Se a harmonia reina em nós, a cura está em nós. O Anjo LELAHEL nos faz descobrir a escolha do equilibrio, e do Amor, afim de reparar os desequilibrios no distante passado, e de prevenir que estes não se reproduzam.
O Anjo LELAHEL é um Anjo curador, porque o amor é a base de toda cura. Ele nos ajuda a descobrir novos meios, meios construtivos e elaborados para a Luz. Ele aconselha e inspira a todas as pessoas e as inclina a escolha da beleza, porque a beleza inspira o Amor, e ao estado de gratidão.Novas técnicas de curar pela beleza da arte emergirão. O cargo do Anjo LELAHEL é de comunicar o Amor, a beleza, a harmonia, o equilibrio, em acordo com a natureza e as Leis Cósmicas. A Luz está presente e eficaz com os caminhos do Amor . Ele nos faz descobrir os caminhos do Amor e todas as possibilidades que ele libera. Ele nos abre a nós-mesmos e ao coração do Universo. Porque se nós falamos com o coração, tu nos responderás com o coração. O Universo ele mesmo então, nos responderá em nosso esclarecimento sobre os segredos que o compõe. Se o Universo nos fala, a Terra nos falará, e ela nos falará dos segredos que a compõe. reliés
Se nós somos religados ao Céu, nós seremos religados a Terra, pela energia do Amor. E então, nós aceitaremos ter para abri-lo Aqui e Agora, na vida de todos os dias, face a beleza magica do cotidiano.”

7 – ACHAIAH

“A Luz mostra-se por tudo, e inunda todas as coisas. Sua essência atravessa tudo. O Anjo ACHAIAH nos ensina a entrar em contato com ela, porque é o retorno de todas as coisas presentes sobre o nosso plano. Ele nos convida a ir procurar a Luz em qualquer lugar onde ela se encontra, e então, ir e extrair o conhecimento da simplicidade da Luz. Mas se as coisas são simples,menos nós as vemos. O caminho da Luz é tão simples que já faz dez milhões que nós o procuramos. O Anjo ACHAIAH ajuda nosso mental a se liberar, se liberar do labirinto que ele criou em permanência para evitar obter o caminho mais simples, o mais certo, o mais luminoso. Quando a simplicidade está instalada, com a visão clara, ela permite ver as coisas tal qual elas são e então, nós começamos a integrar a Luz. Nós podemos, a nosso modo, transmitir e permitir aos outros atrair a energia onde eles estão pedindo para fazerem seu próprio itinerário.
Tudo é matéria a encontrar esta Luz: as plantas, as árvores, as rochas, a areia, os animais, o dia, as estrelas, o sol etc…, a compreeensão dos ciclos, de tudo que contem a vida.
O Anjo ACHAIAH insufla a todos e nos demonstra que Aqui, sobre a Terra, tudo é liberdade e que nós mesmos somos liberdade. Ele nos ajuda a compreender de que nós nos sentimos prisoneiros e nos permite ainda nos liberar destas crenças, e de remover em nós as frustrações de não sermos em outo lugar. Ele nos permite compreender porque nós somos ou não. Porque pode ser que tenhamos realmente achado nosso lugar, neste momento presente, e pode ser, ainda, que nos darão a possibilidade de ser em outro lugar quando o momento vier, para nós.
O Anjo ACHAIAH nos impulsiona a nos liberar de nossos desejos, e a encontrar o equilibrio para compreender os nossos desejos profundos. Por isso, face ao desejo de liberdade, ele nos diz: “paciencia, e observe a natureza. Ela tem um tempo para cada coisa, e se não é o momento, o grão não poderá crescer. Então que ele seja palantado no bom momento, colhereis o fruto logo que o momento venha.”
O Anjo ACHAIAH nos ensina a estar em osmose com a natureza. Ele ajuda a todos na pesquiza da Luz e da verdade.”

8 – CAHETEL

“O Anjo CAHETHEL nos faz descobrir em nós o poder psicológico, as possibilidades de receptividade da Luz, e a grande sensibilidade que nós detemos. Ele nos ensina face as realidades destes mundos psicológicos, nos permitindo assim de não nos retalhar-mos de nossas origens divinas. O Anjo CAHETHEL nos permite integrar a energia terra e seus recursos, de assimilar o cotidiano e de viver com divinidade. Ele permite que nós sejamos orientados nos nossos atos de todos os dia pela direção divina. Ele permite ainda que nós sejamos receptivos aos sinais, aos apelos do mundo sensivel, permitindo ainda que nossa vida cotidiana seja plena de sentido e rica de experiencias.
O Anjo CAHETHEL nos demonstra que a matèria, o cotidiano, são ricos de virtudes porque elas nos permitem reencontrar a Luz. O Anjo CAHETHEL nos dirige em face a todas as riquezas que nos distribui Deus para viver. Nós vivemos, comemos, bebemos, respiramos, nós temos uma família, etc… Nós somos afortunadose nós não o sabemos. Ele nos ensina a ser feliz com o que nós detemos, e a não correr atrás das químeras e das ilusões do mundo do consumo, que acreditais mostrar a imagem da felicidade. A felicidade, baseada sobre realização impudente da Terra é uma grande ilusão deste sèculo.
O Anjo CAHETHEL nos proclama as ilusões là onde elas se acham e nos coloca a face de uma outra realiadade. A nós de fazer a escolha. A escolha de uma felicidade não de vida, ou a esta de viver a felicidade que nós somos construidos. O Anjo CAHETHEL nos dá a energia de concretizar, de amar, de dar a Vida , e de a fazer frutificar. A maternidade está ligada à sua energia. Ele permite produzir a Vida em todos os dominios, de conduzir a Vida, e a de se ocupar da Vida. Ele permite amar, de trabalhar para a Vida ele mesmo, e de obter consciência deste trabalho. Ele permite medir o lugar que ele ocupa ao redor de nós e mais longe, o lugar que ele detem no Universo inteiro, porque uma quantidade pequeno trabalho vos faz ter seu lugar no Universo inteiro. Um trabalho bem feito, com amor, permite o esplendor e a expansão deste Universo.”

2a Parte

KABBALAH

(TRADIÇÃO)

INTRODUÇÃO

Longos anos se passaram para que o Homem elaborasse melhor seus conhecimentos e os separasse da religião. Na Idade Moderna e ainda mais na Contemporânea, vimos nossos cientistas realizarem varias experiências e elaborarem complexos cálculos para tentar encontrar explicações lógicas e racionais para os fenômenos da natureza e da vida, vindo cada vez mais a afastar-se dos dogmas e postulados impostos pelos diversos mitos religiosos.

Hoje, os “Homens da Ciência”, em sua maioria, não admitem acreditar em Deus, pois isso significaria aceitar explicações religiosas para alguns fenômenos que a ciência se encontra avontade para provar sua existência racionalmente e experimentalmente, chocando-se com o mito religioso. Tomemos como exemplo um cientista Católico Apostólico Romano: seus estudos revelam que o ser humano veio sofrendo uma longa evolução (teoria evulocionista de Darwing) com o passar dos milênios, desde o organismo unicelular até sua atual e complexa estrutura orgânica; o que entra, supostamente, em choque com a criação do Homem segundo o mito Bíblico (Deus o fazendo de barro e depois soprando-o para dar-lhe vida).

Realmente, para estes grandes homens, torna-se difícil aceitar explicações que ferem totalmente as leis da natureza as quais nos encontramos submetidos dia a dia. Para imaginarmos como certas explicações parecem-lhes infundadas e absurdas, façamos um pequeno paralelismo com uma pessoa daltônica que tenta convencer uma pessoa de plena visão que as cores vermelha e verde são iguais. Lógico que este último tentará convencer ao daltônico que o mesmo não percebe esta diferença devido a um problema biológico que possui, que a grande maioria das pessoas notam esta diferença e que existem aparelhos capazes de apontar esta diferença pelo comprimento de onda correspondente a emissão de tais cores, etc. Aceitar tais verdades religiosas seria descreditar as pesquisas científicas.

Sob este ponto de vista, podemos entender o porquê da resistência destas pessoas as religiões. Mas será que os mitos contados ou relatados por diversas religiões, os quais foram fontes de grandes homens, ou mesmo revelado por eles, estão completamente errados? Será que os homens seguiram conceitos absurdos que transformaram o mundo ao seu redor, fundando grandes civilizações e destruindo outras baseados em fantasias? Até mesmo nossos cientistas hão de convir que gigantes como Jesus de Nazaré e outros de singular importância, não só nas religiões que lhes foram creditadas, eram possuidores de rara inteligência e notável saber, dentre suas muitas qualidades. Com certeza, as palavras deste merecem uma melhor consideração e uma análise mais criteriosa pelos homens da ciência.

Hoje, os filósofos já admitem os mitos religiosos como divulgadores de grandes verdades as quais contadas de maneira direta não seriam reconhecidos ou se quer compreendidos pelos homens. Os mitos foram uma forma de fixar e divulgar grandes conhecimento para todos os homens.

Como conciliar ciência e religião, ou até melhor, saber cientifico e crença em Deus? Será que Deus vez a criação de forma totalmente diferente da maneira que a mantém?

Fritjof Capra, doutor em física, leciona atualmente na Universidade da Califórnia (Berkeley), faz um estudo paralelo entre física quântica, relativística, astrofísica e toda a física de maneira geral com a misticismo, principalmente do Hinduísmo, Budismo, Taoísmo, do Zen e do I Ching. A unidade que a física tanto busca atualmente, já está descrita a muito nestas tradições.

1- DEUS E A CIÊNCIA

Francamente não acredito que uma pessoa inteligente não acredite em Deus. Pode não ser da mesma maneira que determinadas religiões pregam, pode ser de um ângulo bastante singular, mas, com certeza, acreditará numa força inteligente suprema no universo, força esta que é capaz de criar o universo e mantê-lo em tão perfeito equilíbrio, formar complexos organismos e, acima de tudo, tornar este amontoado de proteínas, sais minerais e água num ser vivo. Com todos os nossos recursos e inteligência ainda não conseguimos dar vida a uma célula, apesar de conseguirmos “montá-la”, sabendo a fundo sua composição. Não conhecemos todas as forças que coexistem na natureza e torna o universo o que ele é. Será que o acaso é tão superior assim ao conjunto de nossos cientistas? Se for, este “acaso” é chamado de Alá pêlos muçulmanos, Deus pelos cristãos dentre tantas outras designações.

Aos que não conhecem a ciência moderna ou não são tão privilegiados pelo conhecimento científico, a história nos mostra que quanto mais caminhamos ao passado, notaremos que maiores eram as crenças humanas em Deus ou até deuses. Desde os primórdios trazemos incrustado em nosso ser a noção e temor a uma força superior, por mais primitiva que seja (relâmpago, sol, etc.). A inteligência nos fez repassarmos estes conceitos e, algumas vezes, evolui-los.

O nome que damos a Deus é irrelevante. O importante é a noção de que este é a fonte de origem de tudo que nos cerca, o ser que criou as leis (ou deuses) que dirigem o universo.

Se os instintos humanos e os estudos científicos, reveladores de que tudo no universo é, no mínimo, uma grande obra de engenharia, convergem para um mesmo ponto, Deus, juntando-se os dois esforços de compreender a vida, teremos resultados bem melhores do que com estes estudos separados.

Para reforçarmos esta teoria, retomaremos mais a frente diversos conceitos citados em mitos religiosos que a ciência veio, bem mais tarde, a confirmar. Estes conceitos e explicações aparecem em diversas religiões contados de formas diversas, originando as diferenças religiosas. É preciso estudarmos profundamente os mitos supracitados para que notemos os pontos em comum, pontos estes que um dia fizeram parte do conhecimento em sua forma verdadeira e pura da qual derivou-se estes reflexos que notamos atualmente.

Não desaprovo as divergências religiosas, apenas suas desavenças. Estas diferenças religiosas existentes são de fundamental importância para que as pessoas, por mais diferentes que sejam, possam ter noção deste conhecimento que nos levará ao encontro com nosso Criador. Cada um de nós tem a possibilidade de aceitar a verdade de forma diferente, uns mais intelectualmente e outro baseados na fé.

2- DIFERENÇAS

No fim idade média, se acentuou de sobremaneira a distinção entre ciência religião. A idéia de tomar os mitos como verdades ao “pé” da letra e a perseguição que se fazia àqueles que estudavam estes mitos ou os fenômenos naturais, deixava perplexo os homens que tinham o caráter científico – pesquisador, estes que no princípio queriam colaborar com a igreja (alguns eram padres), passaram a repudiá-la.

Uma vez sem o acesso a tradição oral e com a igreja forçando a crença dos mitos tal qual estão escritos, quem tinha uma inteligência mais dinâmica, não aceitou contos de fada explicando o mundo.

Se, no principio, o conhecimento era único e verdadeiro, por que o surgimento de múltiplas versões?

Notemos primeiro que o conhecimento foi repassado em forma de parábolas, lendas, histórias, mitos e similares. O motivo disto é que nem todos na época, como agora, teriam condições de entender a verdade em sua plenitude. Quanto mais se recua no tempo, mais notamos a dificuldade da grande massa popular em acessar os avanços culturais e escolares, por isso a necessidade de transmiti-lo numa forma pouco cientifica, mais didática.

Além disto, parece haver uma preocupação constante por parte dos homens que detém a tradição, em não banalizar este conhecimento. As grandes autoridades religiosas apresentaram o mesmo comportamento no decorrer de nossa história. Ë nítido este comportamento. Podemos ter uma idéia dos motivos disto se notarmos que no atual estado de evolução científica e moral detidos pela humanidade nos colocaram diversas vezes frente a extinção nuclear. Se esta possibilidade nos pareceu tão próxima durante este século com o nível moral alcançado por nós, imagine se nossa ciência tivesse tido uma evolução mais acelerada. Será que com padrões morais menores não teríamos realmente chegado a extinção?

Da mesma maneira que seria impudente dar uma arma a uma criança, não poderíamos avançar nossos conhecimentos sem um mínimo de amadurecimento moral, sem que a humanidade ficasse “adulta”.

3- IGUALDADES

É necessário que entendamos que nossos Grandes Iniciados entendiam e transmitiam, verbalmente ou em escrituras, os conhecimentos obtidos em linguagens simbólicas, dentro da idéia de não banalizá-las para evitar a deturpação e mau uso, para que somente iniciados as entendesse.

Logo após a sua apresentação aos cientistas, a Teoria do BIG-BANG foi estudada profundamente e aceita como uma possibilidade concreta para explicar o início de nosso universo. Em resumo, esta teoria afirma que antes da existência do espaço – tempo como conhecemos, este era uma incrível concentração de energia – matéria que explodiu, espalhando-se em todas as direções, originando o universo que conhecemos. Tudo que compõem este plano de existência partiu de um único “lugar”.

O mais incrível disto é que muito antes dos cientistas chegarem a esta conclusão, as origem do universo mais antigos que se conhecem vem da antiga Suméria. Nesta, e nos povos que partilharam de territórios próximos na época, nossa origem são contadas como criação de deuses com diversos nomes, como AN, ENLIL e EN-KI. Como gerações sucessivas ou “brotando” como uma arvore de abismos ou mares, estes mitos da criação “coincidem” com a atual ciência, uma vez que o universo conhecido resumia-se a Céu e Terra e estes foram tomando formas, ou nascendo a partir deste mar ou abismo partindo de um só ponto.

A cabala judaico – cristã, também anterior a nossa ciência, nos ensina que Deus iniciou a Criação a partir da transmutação de um finito “pedaço” de si (pois Ele era a única e infinita existência), o que dá dimensões pontuais a sua parte transmutada finita, vindo mais uma vez a “casar” com o Big-Bang.

e nossos cientistas já tivessem uma previa orientação de suas pesquisas, teriam chegado aos resultados finais em tempo bem menor do que o fizeram. Se ao invés de tentar “derrubar” os mitos religiosos eles fizessem um criterioso estudo dos pontos comuns destes mitos, teriam evitado que muitos de seus trabalhos não chegassem a nada. Aqui, mais uma vez, faço referência a obra de Fritjof Capra ( Ponto de Mutação e O Tal da Física ), onde ele mostra com clareza e objetividade que para a ciência dar o devido credito as tradições esotéricas, basta estudá-las.

4- GÊNESES

“Há um só Deus Vivo e Verdadeiro, Eterno. Sem corpo, partes ou paixões, de Poderes, Sabedoria e Bondade Infinitos, o Criador e Preservador de todas as coisas tanto visíveis como invisíveis. E na unidade desta Divindade há Três Pessoas de uma substância, de um Poder e de uma Eternidade”.

No principio, Deus eterno era único em sua existência. No momento que quis conhecer-se, gerou uma “imagem” de si mesmo, pois a vontade do Pai torna-se ação. Esta imagem e criação de Deus nada mais era que o próprio. Porém Este passou a se conhecer e estabeleceu uma criação, que apesar de fazer parte de si, não deixava de ser seu filho.

Então em sua perfeição, Deus criador e, vou permitir-me chamar, Deus criatura amaram-se e reconheceram-se como uno, isto gerando um “movimento” divino de sua integração e interação. A este movimento da existência os cristãos chamam de Espirito Santo, formando a “Divina Trindade”.

Para dar conhecimento ao Deus criado (Filho), o Primeiro concebeu a “criação” (chamarei assim todo o plano de existência) para que o Primogênito pudesse saber como é o amor à algo criado, pois o mesmo ainda não sentira o esplendor de uma criação.

“No Princípio era o Verbo, (ou O Logos) e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava No Princípio com Deus. Tudo foi feito por Ele, nada do que tem sido feito foi sem Ele. NEle estava a Vida, e a Vida era a Luz dos homens”.

Os três primeiros parágrafos são especulações baseadas no cristianismo para entendermos os motivos que levaram Deus a nos criar ( assim concebo atualmente ), apesar de ser descabido saber o homem os motivos que levaram o Pai a nos conceber (uma parte não compreende o todo). Aqui estamos preocupados em seguir nossos objetivos (projetos) maiores traçados pelo Pai, integrando-se ao mesmo; sabendo como chegamos ao atual estágio de existência, saberemos como retornar a Deus.

Poderíamos escutar aqui a famosa pergunta: “Se Deus é eterno, o que ele fazia antes de nos criar? Antes de Sua Trina Divisão Ele era menos perfeito?”

Levo então a recordarmos grandes profetas, médiuns e os apóstolos do mestre Jesus (bem como o próprio) que elucidam eventos passados, revelam os presentes e futuros acontecimentos estando “estático no tempo”. Para estes, o tempo passado, presente e futuro são conceituais, assim como para Deus. O antes e depois tomando o “agora” como referencia não se aplica ao Pai, apenas a nós homens.

Só que a geração, por sermos parte atuante da mesma, pode ser entendida. Temos ou teremos acesso a toda ela. Os que já tiveram acesso a estas informações nos trazem constantemente esclarecimentos. Precisamos separar as informações que nós chegam de maneira criteriosa, cientificamente, comparando diversos relatos e escritura com as experiências dos sensitivos, e nos mesmos procurarmos desenvolver nossas capacidades sensitivas.

Segundo a Cabala, para dar execução a aquilo que já havia planejado, Ele cria de sua essência (a transmutação de uma parte finita de si, como já referido) seu agente executor, o qual chamaremos de Cristo Cósmico. Pela primeira vez surge algo diferente da “Essência Divina”, uma substância. A partir de agora entenda-se como criação como tornar existente algo a partir de uma modificação da substância que lhe dá origem.

A Cabala (Tradição) Cristã tem suas raízes na Kabbalah judaica, a qual podemos consultar sua fonte original no Antigo Testamento. É mister ressaltar a importância da análise dos textos bíblicos na sua forma mais original possível por dois principais motivos:

o primeiro é devido aos erros de tradução, uma vez que no hebraico antigo a maioria das palavras apresentem vários significados, exigindo que o tradutor entenda o contexto de sua leitura para uma tradução acertada;
o segundo só nos é revelado com uma atenciosa e crítica leitura daqueles textos, pois pesquisadores já detectaram várias interpolações, “autorias indevidas” e censura nos texto bíblicos (provavelmente para salvaguardar o conhecimento preciso para aqueles que detinham-no em sua forma original, entenda-se aí a altas autoridades eclesiásticas judaicas que eram os únicos a poderem manipular os manuscritos deixados por Moisés.
Em Gênesis I,1, em hebraico, temos os seguintes dizeres (Bereshit barah …) que foi traduzido como “1) No princípio criou Deus os céus e a terra.” O detalhe aqui é que a palavra barah é utilizada única e exclusivamente para determinar uma criação feita por Deus. A partir deste ponto, o texto bíblico quando se refere as criações divinas refere-se como “Deus disse” ou similares. A palavra barah não mais é utilizada, o que nos indica que este foi o único ato feito pelo Logos (Deus Pai, origem de tudo e fonte primordial da vida), os demais atos atribuídos a Deus são impropriamente feitos, pois este é confundido com o Cristo Cósmico, que colocará o divino plano em execução, ou ainda com a Tríade Superior, a qual nos referiremos mais a frente.

Notemos ainda que “céus e terras” anteriormente referido em seus originais, revelam que estas diziam “altura” e “profundidade”, referindo-se a duas grandes divisões:

altura: este é o lugar do Cristo Cósmico sem alteração alguma, ele com todo seu esplendor. É a morada daquele que foi feito para criar (equivale a clara do Ovo Cósmico egípcio).
profundidade: sua já referida transmutação de essência para substância (Cristo Cósmico) que dará vazão a criação. A energia, para tornar-se matéria necessita de diversos estágios intermediários para diminuir sua “vibração”. Até agora temos a primeiro “estágio”, a primeira forma que pode comunicar-se diretamente com Deus. O universo material ainda não existe (equivale à gema do já supracitado mito egípcio).
O importante aqui é a idéia de polaridades complementares, negativo/ positivo ; vazio/cheio ; yin/yang ; mulher/homem , os grandes motores da existência. Sem um, o outro não tem sentido. Um é necessário a existência do outro e deles tudo provem.

Após este primeiro versículo, até o fim do capítulo, o texto trás expressões “e Deus disse” trazendo aí interpolações da sagrada escritura e confundindo Deus Logos com o Cristo Cósmico e com a Tríade Superior. Somente em Gênesis II,3 é que nos é apontado com clareza a criação do Cristo Cósmico quando nos trás “3) E abençoou Deus ao dia sétimo, e santificou-o, porque nele cessou toda a sua obra, que criou Deus para fazer.”. Daí concluímos que após o Cristo, a vontade do Pai foi executada por este, sua “obra”. Claro que Cristo Cósmico colocou em execução aquilo que Deus Pai já idealizara, pois sem que Deus a crie em si, nada poderia existir, como uma construção que só é executada após ter sua planta terminada.

Isto posto, podemos afirmar que tudo o que existe, visível ou invisível, é primeiramente manifestada nos planos superiores, é necessária a existência em todos os planos metafísicos para a existência no físico. Verificamos este fato em Gênesis II,5 “4) Estas são as origens dos céus e da terra ao serem criados; no dia de fazer, o Eterno Deus, terra e céu. 5)E toda a planta do campo antes que houvesse na terra e toda a erva do campo antes que germinasse…” e em seguida passa relatar sobre o Jardim do Éden, local onde foi criado o Homem que indicamos na figura anterior como “a profundidade” o qual abordaremos mais tarde.

Antes da criação do homem, veio a existência a entidade que chamaremos de Tríade Superior, que era subordinada diretamente ao Cristo Cósmico, por onde todo o fluxo de energia passaria e que governaria o Éden. Era praticamente a manifestação do Cristo nas “profundezas”.

Em Gênesis II,7 é descrito a criação do Homem como ser completo o qual representaremos com dois triângulos sobrepostos (estrela de Salomão );

Este Homem é, como descrito em seguida na bíblia, criado no Jardim do Éden e no cap. II versículos 16 e 17 lhe é dito ” 16) E ordenou o Eterno Deus ao homem, dizendo: ‘De toda árvore do jardim podes comer: 17) E da árvore do conhecimento, do bem e do mal, não comeras dela; porque no dia em que comeres dela, morrerás’”. E mais adiante relata a criação da mulher “21) E fez o Eterno Deus cair um sono pesado sobre o homem e (este) adormeceu; e tomou uma das suas costelas … 22) …uma mulher, e a trouxe ao homem”. Aqui precisamos esclarecer o seguinte:

árvore é considerada, dentro da cabala, como uma ligação, uma passagem interfaces, entre planos diferentes, portanto o liberou para percorrer todos os planos da criação;
morrer significa uma mudança radical, mais especificamente neste caso, a perda da atual consciência ( abordaremos o assunto mais adiante );
o que foi traduzido como costela, na realidade era a palavra hebraica sela a qual significa dividir, pegar uma de suas partes.
Não é atoa que misticamente o homem completo é simbolizado pela sobreposição de duas metades. Isto representa sua imagem (triângulo para cima) e semelhança com Deus, indicando a sua dupla composição. Tomar uma de suas partes é separar esta dupla natureza em duas distintas: homem e mulher.

Aqui, vemos representadas esquematicamente dentro do Éden as três grandes almas. Todo homem descende deste Adão bem como toda mulher é parte desta Eva.

A casa, ou plano, ocupado pela primeira tríade chama-se Olam HaAzilut (o mundo da emanação), Olam HaBriá (o mundo da criação), Olam HaIezirá (o mundo da formação), Olam HaAssiá (o mundo da ação ou produção).

Éden e Adão (Adam) não trazem mera semelhança gráfica. A figura acima exposta costuma corriqueiramente, nos livros iniciáticos, ser sobreposta a uma silhueta humana. A Tríade Superior na cabeça, Adão no peito e Eva no ventre. A este ser, os cabalistas denominam ADAM KADMON PROTOPLASTO. Este seria a imagem e semelhança de Deus. Sem impurezas.

5- OS CAMINHOS DA CRIAÇÃO

Como anteriormente citado, há uma necessidade de uma transmutação para que a mais pura energia transforme-se na matéria. A criação da Tríade Superior (Ruah), do homem (Neshemah) e da mulher (Nefesh) na realidade apresentou passos intermediários. A Cabala nos indica 9 (nove) estágios, chamaremos de Sephirot, que apresentam características próprias:

Kether, habitação dos diretores do universo, os Querubins, detentores do PODER;
Chokmah, morada dos Serafins, detentores da SABEDORIA;
Binah, habitado por Tronos, detentores do CONHECIMENTO;
Chesed, habitado por Potestades, detentores da MIZERICORDIA:
Geburah, habitado por Virtudes, detentores da JUSTIÇA;
Tiphareth, habitado por Dominações, detentores ARMONIA;
Rodh, habitado por Arcanjos, detentores do REPOUSO;
Netzach, habitado por Principados, detentores do ESPLENDOR;
Iesod, habitado por Anjos, detentores dos FUNDAMENTOS.
Esquematicamente, poderíamos dizer que a criação deu-se em etapas sucessivas como um raio cósmico que foi se adensando e dando forma aos planos divinos que anteriormente existira somente na “memória” de Deus. Cabe ressaltar que até o momento o universo material ainda não foi gerado.

Malkut, que representa nosso universo material, morada dos ELEMENTAIS, só foi criado após a liberação do fluxo da energia de criação que, por ordem de “Deus” (na realidade, Ruah repassando a ordem que o próprio Cristo recebera – O Grande Adão via Ruah como seu criador, era natural que o tratasse como Deus) havia sido proibido de dar-se continuidade por Neshemah e Nefesh quando os proibiu de “comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal”; ou seja, o fruto proibido era a criação (daí parece lógico ter sido associado ao sexo o pecado original).

O esquema da figura 05 explica a seqüência em que foram criados os diversos planos de existência, do Cristo Cósmico ao mais denso. Uma visão tridimensional mais fácil de ser compreendida é um comparativo com a figura 02, como camadas sucessivas de uma esfera. Quanto mais interna, mais densa.

Como está claro no esquema acima, chamaremos atenção para o fato das macros almas ( Tríade Superior, Homem e Mulher ) serem chamados por tríade e terem, cada um, três orbes angélicas à sua disposição. Cada um destes orbes possui um plano de vibração ao qual habitam, planos estes que são as Sefiras ou Sefirot. As orbes angélicas foram citadas no início desta capítulo.

Notamos aqui neste esquema Clipot, que não é comum ser representada em todos os esquemas da árvore da vida. Nele esta a base do mundo físico. É a matéria densa no interior dos astros estelares, em mutação e elaboração. Neste plano, assim como no primeiro, não existimos. Ele não é transitório como o nosso plano, as forças vivas que ali habitam tem função de manter o estado de ebulição dos interiores dos corpos estelares, provavelmente as mesmas forças que atuaram no início da formação do nosso universo.

Porém, entre as duas primeiras tríades temos a chamada não-sefira de Daat. Segundo a tradição, nela está a sombra da criação, as criaturas angélicas que optaram por afastar o homem de seu melhor caminho para unir-se ao Pai. Foi a chamada Rebelião de Lúcifer.

Pois bem, as determinações que seguiam da tríade superior para o homem sofriam interferência daquelas criaturas. Sendo o homem uma criatura livre por excelência, a escolha do momento de dar passagem ao fluxo da criação do universo material era sua. Se aguardasse conforme a instrução que recebera, desfrutaria de um imenso jardim do éden físico. Antes disso sofreria conseqüências pelo seu despreparo para criá-lo.

Sabemos que escolhemos a segunda opção sob influência de Daat.

Podemos interpretar este mito por uma outra face. Lúcifer, o anjo das Luz, que representava o raciocínio, tem uma história parecida com a do homem, ascensão e queda. Pelo que aqui foi exposto, admitamos então a Tríade Superior, como manifestação do Cristo Cósmico, perene, e o restante da criação, as outras sete sefíras, sejam transitória (assim como aqui no universo físico, está sujeito a constante mudança). Pois então Daat é o véu que separa a “criação imutável” da “mutável”. Lúcifer representa aqui o raciocínio do Adam (lembremos então que este é um grande deus, representado pela árvore toda), que quando deseja saber como seria a criação caso pudesse ser diferente do estado que vivia, como seria se não seguisse a ordem estabelecida, permite a existência do plano físico, para ter a experiência do sabor, de não apenas saber, mas viver e experimentar por si mesmo. A figura mítica infernal atribuída a Lúcifer seria uma maneira de querer livrar-se do sentimento de culpa e erro, repassando a, supostamente, outro personagem (como é bem comum ao homem).

6 – O HOMEM

Antes de iniciar este estudo, é importante deixamos claro que a cada nível que se “desce” para o físico, um novo plano de existência se forma. Tal qual como o primeiro grande plano, o Cristo, os demais tem inteligência e vida própria. Por vezes são chamados de deuses. “Algo” nascido de divindades inteligentes é inadmissível que também não o seja.

Comparativamente, podemos colocar que cada ser criado é um grau de vibração abaixo do anterior. É fácil de compreender que para a nova entidade espiritual, ou novo plano universal, este trata o primeiro como deus pois o vê como seu criador. Dele ele depende e recebe tudo aquilo que conhece e necessita.

Muito são os livros de cabala que trazem a árvore da vida desenhada sobre uma silhueta humana. Isto nos mostra que toda a criação, as dez ou doze sefíras, constituem um único ser poderoso ao qual fazemos parte. A ele chamamos de ADAM KADMON ou ADAM KADMON PROTOPLASTA. Os diversos planos pertencem a mesma unidade em diferentes manifestações dos atributos divinos. Este representa a unidade da criação, tudo que nos cerca visível ou não.

Adam Kadmon é um grande ser espiritual do qual seriamos pequenas células dele, células estas que conteriam toda a potencialidade daquele ser, ” a imagem e semelhança de Deus”, este é o Adão divino, tudo é ele e nele está.

Em uma vibração não tão elevada nos representamos a criação do homem como dois triângulos sobrepostos. Esta sobreposição de triângulos representa as duas essências energética da criação: o homem e a mulher. Estes pólos opostos é que farão a “grande dança cósmica” e deles tudo será gerado. ADAM BELIAL, é o que a cabala chama de o homem caído, após a escolha que possibilitou a existência de Malkut.

Como já dissemos, após a separação deste pólos é que teremos o princípio das almas diferenciadas: Adão ( o homem universal ) e Eva (a mulher universal). Assim como toda mulher é parte de Eva, todo homem é parte de Adão. A figura de homem é mulher só passam a existir aqui, antes éramos uma síntese de ambos. Notemos aqui um importante fato: quanto mais se ascende nos planos existenciais, mais uno nos tornamos. Este reflexo que temos aqui de individualidades só aparecem nos planos inferiores. A medida que mergulhamos rumo ao plano físico, parece que as diversas vibrações que compõem o homem tendem a se separar gradualmente.

Só Deus pode dar a vida, e tudo que é vivo tem espírito, pois este provem do Pai e está com este. Quando somos gerados no seio do Pai, somos uma essência. Não temos nada além da vida. Então começamos nossa longa jornada rumo a nossa própria formação.

Passamos do Cristo Cósmico para o plano da criação através da Tríade Superior, mais especificamente por Kether. A partir deste ponto começamos a adquirir vários “corpos”. Didaticamente, dizemos que o espírito revestiu-se de alma. A cada plano que entramos necessitamos de um corpo o qual nos permita nos inteirar com aquele plano e adquirir todo o conhecimento ali contido.

De Kether a Iesod nós contaríamos com nove corpos, cada um correspondente a um plano vibratório, ou sefíras.

Alcançada a nona sefira, teríamos todo o conhecimento a nós destinados. Nós sabíamos da possibilidade de nossa existência física e era desejoso para tela. Os mitos apontam aqui que a humanidade se seduziu com a possibilidade de realizar um ato divino (criação) e passar por uma experiência que só a mesma poderia ter, a manifestação no plano físico, juntando com a insatisfação humana de se satisfazer com aquilo que tem e é capaz de fazer bem feito, impulsionam ao homem a deixar o fluxo da criação avançar.

Toda a criação é planejada. Lembro que o plano da criação vem de Deus, apesar dos executantes desta serem seus agentes. Deus não erra”, é onisciente, onipotente e onipresente’. Portanto a pergunta “Deus não sabia que o homem o desobedeceria?” (referindo-se a proibição de criação do universo físico citada anteriormente) é insustentável, pois absolutamente nada do que existe pode manifestar-se sem antes ter sido gerada no Pai . Sendo o homem uma criatura livre por excelência, a escolha do momento de dar passagem ao fluxo da criação do universo material era sua. Se aguardasse conforme a instrução que recebera, desfrutaria de um imenso jardim do éden físico. Antes disso sofreria conseqüências pelo seu despreparo para cria-lo, a característica transitória dos planos em que existisse.

Sabemos que escolhemos a Segunda opção. Isso nós afasta completamente da idéia de que temos um pecada original, algo para qual pagaremos eternamente. Tudo que passamos aqui neste plano é uma conseqüência de uma opção nossa, portanto não estamos sendo punidos.

Agora, depois de separados do grande turbilhão (caos) inicial do universo físico, fomos irremediavelmente atraído para ele. Por amor e misericórdia divina nos foi enviado engenheiros siderais (criaturas angélicas), os quais trabalharam arduamente para adaptar o mundo físico a nós e vice-versa.

Aqueles que entre nós tem o dom da visão extrasensorial, testemunha que temos um perespírito, uma forma muito sutil idêntica ao físico que a ele se amolda perfeitamente. Alguns autores denominam esta substância de matéria etérea. Tudo que existe no nosso universo físico de matéria densa, tem seu equivalente de matéria etérea. Esta ultima é o molde para que o físico se forme. Então, mesmo o planeta Terra, antes de existir como o vemos teve sua existência primeira em matéria etérea..

Aqui deixo a possibilidade, na qual particularmente acredito, de que este processo ocorreu em outros planetas, podendo então haver vida inteligente fora da Terra. Como citado anteriormente a noção de tempo é condicionada ao físico, nos planos mais adiantados nosso passado, presente e futuro é percebido de forma única, podendo então outra espécies estarem mais ou menos evoluídas que nós. Para aqueles crentes que Deus esteve entre nós (como os Cristãos, em relação a Jesus Cristo) informo que nas religiões que trabalham com incorporação ou similares, é sabido que uma entidade, ou inteligência superior, pode “dominar” vários corpos diferente, como rádios sintonizados numa mesma estação.

7- A UNIDADE

Utilizar-me-ei da didática de F. Capra para elucidar, no meu ponto de vista, como podemos entender que de uma Unidade, formamos tantos tão diferentes.

ecorrerei a física moderna, que está sempre atrás da teoria da unificação da relatividade com a quântica. Estão pesquisando a exaustão as partículas e o que as formam, chegando a minúsculas subpartículas. Recentemente, em uma reportagem da revista Superinteressante ( ano 13 nº 7) na reportagem da pág. 68, intitulada “A lira da física” é descrita a mais recente teoria moderna de que todas as subpartículas atômicas são de uma mesma essência vibrando de forma diferente (comparam a uma corda instrumental que possa vibrar de diversas formas). Estas diferentes vibrações comporiam fótons, quarks , elétrons, etc. que formariam os átomos que combinando-se de diferentes maneiras formam as moléculas, que por combinações sucessivas, formariam a matéria.

Assim, a unidade da criação se divide nos 7 raios ( ou a divisão esotérica básica mais apropriada a cada linha mística ) que, composto em proporções diferentes aqui no universo físico, dá origem a nós.

8- FRAGMENTAÇÕES

Quando decido a Terra, ainda antes de ter o corpo físico e antes mesmo que qualquer estrutura viva aqui surgisse, nos informa uma linha de pensamento esotérico que nos, então dotados ainda de grandes poderes e capacidades mentais extraordinárias, éramos divididos em cinco grandes raças, de acordo com as características de cada um, sendo elas o leão, a águia, o touro, o homem e a serpente.

“Por que tenho que fazer isso se ele faz aquilo?” Essa pergunta é a manifestação da insatisfação humana e relutância em aceitar seu papel na trama cósmica. Hoje, notamos ainda no nosso meio, mesmo naqueles mais pacíficos, como os grupos religiosos, um egoísmo latente humano. A uma busca de mostrar a superioridade de uma idéia perante outra, a necessidade de se mostrar o melhor e desempenhar funções mais nobres.

Bem, com poderes divinos, numa época onde religião, ciência e filosofia era uma única coisa, uma guerra destes semideuses seria profundamente destrutiva. E foi. Esta guerra produziu tal força que foi capaz de destruir tudo que esta raça havia criado. De um único continente que se formava na superfície terrestre, cinco placas continentais surgiram, partindo-o ( isto é dito pela tradição da raça negra). Até hoje estas se encontram em incessante movimento.

Os reinos mineral, vegetal e animal foram criados para nos dar suporte e ao mesmo tempo eram experimentado formas físicas para nos “receber”.

Finalmente o homem primitivo apareceu na superfície da terra. Nossos antepassados primitivos, não eram burros. Apenas a estrutura física humana não se encontrava ainda totalmente adaptada aos nossos espíritos. Como uma pessoa que tenta enfiar num fino buraco de agulha uma linha utilizando grossas luvas de couro e olhos vendados, nossos antepassados foram adaptando esta forma para que pudéssemos “vesti-la” convenientemente.

Dominando nossa atual forma física, vivemos uma Segunda idade de ouro. Dividido em raças como outrora, cada uma era útil a humanidade a sua maneira. Um poder central de grande sabedoria e evolução integrava-as e permitindo que todos desfrutassem de tudo.

Quando novamente uma raça quis impor-se a outras e a direção central nada mais podia fazer, esta se “retira” do universo físico, e a conseqüência é a citada história de Lemúria.

Esta guerra, além de afundar o continente, esgota ao recursos disponíveis de produção. Então cada espécie e subespécie que seguiu seu destino, ficou sem meios para registrar seu conhecimento o produzir suas maravilhas por longos anos, até que a natureza se recuperasse.

O afastamento daqueles conhecimentos e produtos que os complementavam, bem como a ausência da prática de suas especialidades aliadas as distorções causadas pela passagem da tradição foram as responsáveis pela “idade das cavernas”, ou melhor, a conhecida e acadêmica pré-história. Deste período é que datam as primeiras civilizações conhecida pela história oficial da humanidade. A tradição única avia se perdido, fragmentado-se.

Cabe ressaltar que este poder central que se retirou do antigo continente de Lemúria nos dirige do mundo invisível até hoje, nos guiando a uma nova idade de ouro.

A cada cataclismo que causamos, novos mecanismos de defesa são criados para impedir o próximo. Torcemos para que esta dura lição não tenha que se repetir.

9- A EVOLUÇÃO DA MATÉRIA

Pois bem, sabemos que o Homem foi criado com grande sabedoria e poder. Nós sabíamos todo nosso potencial e os objetivos da criação. Deus nos fez livres e o respeito desta liberdade é um dos motivos de se ter um Agente Criador intermediando a vontade do Pai e nossa liberdade de escolha. É como se nossos pensamentos e desejos somados aos designações e a vontade do Pai para nossas vidas interagissem neste Ser e este amálgama constitui a realidade que vivemos.

É importante ressaltar que Deus sempre objetiva o melhor para nós, objetiva nossa grandiosidade e plena consciência de nossa posição nesta magnifica obra da criação. Nossos desejos egoístas nos diminui e impedem do Pai fazer o que gostaria por nós. Tudo isso para respeitar nossa liberdade.

Nossa liberdade é que nos trouxe ao atual estágio. Não nos bastava saber nossos potenciais, era preciso experimentarmos tal glória. Se nossa existência física era prevista, nossa curiosidade e vontade impediu de ser como foi concebida. O Homem caiu. Pode-se até entender-se literalmente a frase anterior, uma vez que nossa faixa vibratória diminuiu para nós permitir conhecer a matéria.

Só nossos desejos não eram suficientes. Então os engenheiros siderais pediram para ajudar ao homem nesta construção ( pois deles deveriam ser está obra) e foram atendidos. Aqui chamo a atenção para uma corrente que particularmente acredito: os engenheiros siderais e/ou anjos são partes integrantes do grande Adam. A parte que aceitou de bom grado seu papel no plano universal.

Gênesis III, 21 “O Senhor Deus fez a Adão e à sua mulher umas túnicas de peles e vestiu-os.” Neste momento, ganhamos nosso corpo físico.

Entre o Big-Bang (geradora do Universo físico – momento referido anteriormente como a passagem do fluxo da criação, formando Malkut) e o momento de nossa completa decida a matéria (quando ganhamos o corpo físico), os engenheiros siderais tiveram muito trabalho. O resfriamento do Universo é a necessidade de torná-lo habitável exigiu muito trabalho e diversas experiências foram sendo feitas. Era preciso muito trabalho para o “acaso” vir a estruturar o corpo humano.

O Homem precisava de um corpo compatível com suas necessidades é a vida sendo implementada na terra com o passar dos anos. Nós também nos adensávamos cada vez mais para adaptarmo-nos a este ambiente. Nosso acesso aos planos superiores exigiam um esforço cada fez maior a medida que completávamos nossa queda.

Assim a vida vegetal foi base para as demais formas de vida criadas. Varias criaturas vieram a existência para adaptar o ambiente ao Homem e para evoluir as espécies, até que por fim pudéssemos encarnar. Nossa amoldamento a esta vibração grosseira da matéria já se completara e finalmente surgem o “Homem de carne e osso”.

Perdemos quase completamente nossa ligação com nossos corpos superiores, nos dando a sensação que éramos apenas “carne”.

Então, aquele que caminhava por todos os planos de existência, de notável inteligência e privilegiado por um lugar impar junto ao Pai, agora se achava preso a uma forma rude, quase sem capacidade de se comunicar, vivendo animalescamente e confuso.

Sendo o universo gerado por nós, este é parte do Adam Belial. Tudo que é físico é parte deste Adam. Pode se dizer que nossa primeira manifestação física foi então o mineral, ou até mais, foi a grande energia que se transforma em gases e poeira cósmica, dando origem as galáxias, sistemas estelares, planetas, satélites, cometas, etc.

São palavras do grande prêmio nobel de bioquímica Jacques Monod de que tudo na natureza segue um plano, persegue um objetivo (este proeminente cientista chegou a esta conclusão tentando provar exatamente o contrário). Para quem se dedica as ciências mais modernas, nota-se nitidamente a inteligência e finalidades específicas para as leis básicas das partes mais elementares da física quântica e relativística, da evolução biológica, dos elementos químicos, etc.

Para seguir um plano, tem que se ter um mínimo de inteligência. É discutível, porém lógico, que se a matéria deriva de uma forma inteligente, forma esta que originou também o homem, esta tem um grau básico de inteligência, grau este suficiente para seguir os determinações superiores. Digamos então que não é um absurdo afirmar-se que o mineral (primeiro que surgiu no nosso universo de matéria densa) é a primeira forma manifesta do homem. A evolução em vegetais e animais foram formas mais apuradas de existência nossa.

Notamos aqui duas possibilidades divulgadas amplamente. A primeira afirmando que estes reinos “menores” não fazem parte de nossa evolução. Não como uma parte necessária a evolução de cada um de nós. Nesta linha, esta inteligência elementar, apesar de advir do mesmo princípio do homem, não evolui, apenas dá base a nossa existência. A segunda, mostra esta inteligência evoluindo, ou se adaptando as formas mais densas, controlando-as, até chegar num corpo ao qual pode manifestar a maioria de suar capacidades básicas.

10- MITOS ANTIGOS SOBRE PLANETAS

Não é incomum encontrarmos em diversos mitos alusões a um planeta que tenha se aproximado no passado ou que se aproximará da Terra no futuro para “limpar” o ambiente. Não seria de todo impossível, pois a justificativa para isto é que a humanidade se encontra num estado em que se faz necessário separar aqueles que realmente estão trabalhando para a evolução de si e de toda a espécie daqueles que ainda não tem condições morais para receber todos os benefícios advindos desta evolução.

Este transporte de inteligências superiores de um determinado planeta para outro onde a vida ainda se encontra num estado básico da evolução, explicaria também os motivos que levaram a aquela “guerra” que dividiu o grande continente de pangéia. Para o planeta que os recebe é um benefício, pois recebem inteligências mais capazes, que aceleram a evolução daquele mundo.

Assim, por esta linha de raciocínio, existe um determinado prazo para se chegar a uma evolução moral mínima. Sem esta, iríamos para outro planeta onde teríamos outra oportunidade e contribuiríamos também para aquele mundo que chegamos.

Fica a critério de cada um e, principalmente a pesquisas, determinar se a humanidade tem que ascender como um todo (o que descartaria a possibilidade de haverem estágios graduais de evolução em diversos planetas) ou pode ser feito por etapas, lembrando que o conceito temporal se aplica ao homem.

É acessível a todos ruínas e legados de antigos tempos, quando o homem mal dominara técnicas mais rudimentares e embriões de conhecimento científico, os quais são cogitadas duas grandes explicações: Lemúria /Atlântida ( ou seja, o homem num estado mais evoluído outrora como autor) e visitas extraterrestres. Pelos documentários sérios e pesquisas feitas, sou levado a acreditar em ambas teorias.

11- CORPOS DO HOMEM

Para que se tenha uma prova científica de determinada coisa, é necessário que, dada a experiência, qualquer outro cientista de igual credenciamento, nas mesmas condições, possa reproduzir o experimento. Quis deixar bem claro que deveria ser qualquer outro cientista porque um agricultor, um gerente de banco ou um engenheiro não terá os recursos e estudos necessários para repetir a experiência.

Pois bem amigo, façamos um pequeno paralelismo e digamos que para que uma “experiência” mística possa ser considerada verdadeira, qualquer outro médium ou sensitivo, nas mesmas condições, tem que poder reproduzir o fenômeno. Deixemos claro que não é um pedreiro, um militar ou um cientista, e sim um sensitivo/médium. E isto ocorre.

Se lermos relatos sobre as chamadas viagens astrais em qualquer parte do mundo notaremos como os fatos se coincidem e como são similares as sensações descritas. Se na União Soviética, no Japão, na Itália ou em qualquer outra parte do mundo estes relatos se repetem, é no mínimo científico aceitar e afirmar a veracidade dos mesmos. A ciência afirma que quando se há varias explicações para o mesmo fato, a mais simples é a correta. Por tanto, estes planos existem.

Lembremos que a cada plano que atravessamos em direção ao físico, adquirimos um corpo, de acordo com a vibração daquele universo . Para indivíduos com treino ou dons especiais é possível deslocar a consciência por estes corpos.

Estes deslocamentos da consciência pelos vários corpos que possuímos é que nos são relatadas como viagens astrais e encontro com inteligências superiores (se bem que dependendo do grau de superioridade desta inteligência contatada se faz necessário que a mesma “abaixe” seu padrão vibratório.

Aqui cabe uma explicação sobre a natureza dicotômica do homem, um ser múltiplo e único. Nos relatos os quais são creditados os planos mais evoluídos apontam para uma convergência coletiva. Pelo que estes relatos indicam, há um plano a partir do qual tomamos nossa unicidade completa e efetiva. A partir desse, nos integramos em um só ser, o Grande Adão. Abaixo deste somos consciências múltiplas, nos diversificamos.

Quantos corpos possuímos? Tanto quanto forem os planos que atravessamos. Aqui lembro que para alguns planos temos mais de um corpo, como por exemplo o plano físico que tem este corpo visível de matéria densa e um outro de matéria etérica, etérea, ou duplo etérico.

A despeito da singela discussão entre linhas esotéricas/místicas e tradições, e quantos forem o número exatos de corpos que possuímos, algumas coisas ficam bem claras:

o homem, foi feito por Deus e dele provêm, portanto existe em todos os planos entre o Pai e o físico;
as demais criatura e coisas que nos cercam são produtos oriundos de Adam Belial, só encontrando amparo em sua existência até este ser.
Fica claro aqui que os reinos mineral, vegetal e animal, são apoio e condições necessária a nossa existência, nossos irmãos menores. Para alguns místicos, antes de sermos homens como nos conhecemos, utilizamo-nos destes reinos “menores” para nos adaptar e evoluirmos até a atual condição. Devemos então considerar tudo que nos cerca com, no mínimo, muito carinho.

12- CIVILIZAÇÕES

Nos livros de história, encontramos Jericó (8000 a.C. – Palestina) e Gatal-Hüyük (6500 a.C. – Turquia) como as cidades mais antigas já encontradas. Ao longo do Rio Eufrates, o desenvolvimento do berço da civilização (cerca de 5000 a.C.), na Mesopotâmia. Lá se desenvolveram as primeiras cidades, a escrita, a agricultura e o primeiro códigos de leis.

Entre as primeiras civilizações temos o Egito ( sua primeira dinastia data de 3064 a.C.); os semitas na Mesopotâmia e os primitivos habitantes de Creta (c 2500 a.C.); os chineses na margem sul do Rio Amarelo (c 2220 a.C.); os assírios ( 2134 a.C.); e os babilônios (2105 a.C.); os gregos no mar Egeu (2000 a.C.); os hititas ( 1980 a.C.); os arianos na Índia (1300 a.C.).

Bom, e antes disto? Não havia civilização?

Em todas as grandes tradições do mundo, especialmente as advindas destes povos primeiros, trazem mitos de uma criação do mundo por um Ser Supremo através de uma emanação ou transformação de si ( 1- pensamento ou palavras divinas, 2- pássaros ou Ele mergulha em oceano ou similar, de onde o mundo se desenvolve, 3- divisão de uma parte primordial em partes, 4- desmembramento de um ser primordial).

A civilização mais antiga oficialmente reconhecida pela ciência é a dos sumérios. Deles se originam o texto mais antigo escrito, a Cosmogonia Mesopotâmica. Nele consta “Quando no alto o céu ainda não tinha nome, a terra firme abaixo não tinha sido chamada pelo nome, nada havia senão o primordial Apsu, o genitor deles, (E) Mummu-Tiamat, ela que todos partiu, suas águas mesclando-se num só corpo;…”

Nos Upanixades temos: ” 1. No princípio não existia absolutamente nada aqui. Na verdade , isto era habitado pela morte, ou pela fome, pois a fome é a morte. Com o pensamento, ‘dai-me individualidade’ , ele criou a mente. Então pôs-se a andar de um lado para outro, em adoração. E dele, assim em adoração, produziu-se a água… 2…. aquilo que era espuma da água solidificou-se e tornou-se terra…” ( no final só faltou “criou o céu e a terra”).

Da tradição negra, Zambyapongwe, O Ser que não É, se torna Olórum, O Ser que É, para através da sua diferenciação, Obatálá-Odúdúá pela força da Sua Vontade, Orixanlá, venha a existir, Oxálá. Sobrepondo os deuses (planos) da Tradição Negra sobre a Árvore da Vida, Oxalá representa Ketheh.

Na cosmogonia egípcias Quépi gera e se une a dois de seus filhos: “… eu pensava em meu coração, planejava comigo mesmo, sozinho fiz todas as formas, antes de eu expelir Shu, antes de eu cuspir Tefnut, antes de que qualquer outro que esteja em mim viesse a existir….Pela minha mão eu concebi, então eu uni-me a minha mão; de minha boca eu os fiz sair. Expeli Shu, cuspi Tefnut. Meu pai, o Abismo das Águas, foi quem os criou, e meu olho os acompanhava enquanto eles se distanciavam de mim. Depois de eu ter me tornado um deus, havia (agora) três deuses em mim. Quando eu passei a existir nesta terra, Shu e Tefnut rejubilaram-se no Abismo das Águas.” ( O livro da subjugação de Apófis)

Ainda do egípcios: “Eu era [o espirito em ?]as Águas Primevas, aquele que não tinha companheiro quando meu nome passou a existir. A forma mais antiga na qual eu comecei a existir foi a de um afogado. Eu fui [também] aquele que começou a existir como um círculo, aquele que habitava em seu ovo. Eu fui aquele que começou [tudo], o habitante das Águas Primevas. Primeiramente Hahu emergiu para mim e então comecei a me mover. Criei meus membros em minha glória. Fui o criador de mim mesmo, visto que me formei segundo meu desejo e de acordo com meu coração”.

É mister ressaltar que nos povos belicosos, tal criação dá-se através de guerras e lutas, enquanto nos demais o processo é mais “poético”. Mais a frente, mostraremos que há uma interligação nestes mitos.

Lembramos ainda, que além da história oficial, há as lendas de grandes civilizações anteriores as descrita acima. Lemúria e Atlântida. O curioso é que desta última, se achou (Jack Custor) até a provável localização no fundo do oceano Atlântico, com as fundações, e apenas elas, intactas com suas prováveis construções cuidadosamente e misteriosamente cortadas com tecnologia ainda inexplicável para época. Será que Lêmúria também é tão lenda quanto Atlântida?

OBS: as figura de Atlântida e Lemúria expostas aqui foram tiradas de diversas homepage de domínio público, sendo ilustrações de possíveis localizações e formas destes continentes “perdidos”.

13- LEMÛRIA

Este grande continente, também chamado de Ur e Mur, ficava no oceano Pacífico. Sobre suas dimensões e exata localização, ainda nada se pode afirmar além de que era de expressivo tamanho e sua provável localização era entre a Ásia e Am. do Norte (as ilhas da Polinésia seriam parte deste continente). Alguns mapas de várias localizações estão abaixo.

A grande civilização que se ergueu ali tem sua origem desconhecida. Conjectura-se que tenham origem evolutiva com um toque do divino ou extraterrestre. Porquê?

Quando estes já eram civilizados, nos mal havíamos “decido das árvores”, todos nossos ancestrais, considerados pela ciência moderna, eram por demais primitivos. Relatos antigos de civilizações como sumerianos e maias, mostram que os lemurianos detinham um conhecimento extraordinário e verdadeiro. Que estes conheciam os segredos do universo e do homem

Em sua grandiosidade e dotada de imensos poderes, tal civilização só poderia ser destruída por si mesma. Uma guerra civil entre eles trouxe um preço caro para o homem. O maior dos continentes implode sobre si, não agüentando a desestabilização provocadas por tamanhas forças que brigavam em sua superfície.

Qualquer ato que envolva energias e forças não é criado sem que se transforme ou agrupe outras menores ou inertes (como a força das águas é transformada em energia elétrica). Devido há isto, a utilização de energias mágicas, cósmicas, psíquicas, ou como se queira chamar, provocou a referida desestabilização no delicado equilíbrio que mantém as placas continentais harmônicas, levando Mur ao fundo do oceano.

Os relatos míticos de diversas tradições traduziram este momento como um grande dilúvio que inundou toda a terra.

Antes de tal evento, alguns lemurianos saíram de seu continente habitando toda a Terra. Como já referido anteriormente, a humanidade era dirigida por um governo central no continente lemuriano, este governo organizava as diversas raças e especialistas que compunham a humanidade. Com a crise por uma suposta superioridade estabelecida entre irmãos, este governo se retira, vindo a nos governar de um mundo mais sutil, enquanto seres com poderes quase divinos se digladiavam na superfície terrestre. O apcentro do conflito, o antigo continente, submergiu.

Porém, um seleto grupo de boa vontade contrários ao conflito, iniciados e sabedores de tal destrutivo evento, providenciou um lugar seguro para que uma parte de selecionados descendentes pudessem continuar a viver em paz e preservasse todo o conhecimento adquirido, para que no futuro pudesse novamente passar ao homem comum.

É mister lembrar que houve uma falência total de meios e uma completa separação das “raças” humanas, deixando cada povo com aquilo que sabia melhor fazer e somente aquilo, sem meios de gravarem este conhecimento para posteridade.

É fácil notar assim o motivo que diversos pólos de diferentes linhas de evolução se estabelecessem pela terra (Egípcios – inigualáveis construtores; Astecas – grandes astrônomos; Gregos – sublimes pensadores, etc.).

Segundo esta tradição, houve convivência de 5 ou 4 variações (raças como erroneamente chamamos) durante muitos milhares de ano. A ciência recusa a revelar os indícios que comprovam esta teoria. Recentemente e no decorrer da historia das descobertas aparecem algumas coisas que o sistema de controle oficial da historia não pode ocultar. Essa milenar teoria de convivência entre as variações humanas foi abordada recentemente num artigo científico. Veja abaixo como eram brancos e negros há trinta mil anos (clic na figura e veja a entrevista com João Zilhão, arqueólogo português, que fala sobre esta convivência e mistura destes gêneros humanos).

14- ATLÂNTIDA

Este local deveria ser protegido de irradiações advindas da terrível guerra é poupado dos efeitos físicos de tal alteração na harmonia planetária. Então, enviaram “seus filhos” para o outro lado dos Andes e Rochosas, onde poderiam monitorar e ajudar a humanidade a reconstruir-se, vindo a fornecer as condições que permitiriam a nós a alcançarmos todo aquele antigo conhecimento sem nos destruirmos.

Uma civilização utópica se ergueu lá. De elevada moral e conhecimento inimaginável, os atlantes foram os prováveis deuses andando sobre a terra (na figura de grandes homens, as vezes usando estranhos trajes – o que os ufólogos atribuem a contatos extraterrestres antigos) que relatos de diversos povos trazem.

Quando nos começamos a evoluir a ponto de poder encontrá-los, eles prudentemente e de forma enigmática para nós, imergiram seu continente e desapareceram. Nada mais fizeram que reunir-se ao primeiros, os dirigentes de Lemúria.

Este ato deu-se provavelmente por temerem o choque cultural que nos traria e, acima de tudo, a inadequação moral nossa para receber um conhecimento de extremo valor como o que detinham. Grandes conhecimentos, grandes responsabilidades. Qual pai que deixaria seu filho, uma criança, brincar dirigindo um automóvel em deslocamento? Como nossos guias e protetores eles não poderiam deixar que os eventos de Mur se repetisse.

Como explicar a proximidade de diversos relatos míticos sem admitir uma fonte comum? Improvável.

A iniciação das civilização promovida pelos lemurianos e monitoradas pelos atlantes justificam estas coincidências. A passagem oral das tradição, as adaptações que tiveram que ser feitas as particularidades dos povos doutrinados e as conquistas destes por outros justificam as diferenças encontradas(mais informações).

15- MESOPOTÂMIA

Era pré-sumeriana, a.C. de 5000 a 2800 a.C.; primeira hegemonia suméria, c de 2800 a 2470 a.C.; império Acádiano, 2470 a 2150 a.C.; nova hegemonia suméria 2150 a 1894 a.C.; primeiro império Babilônico 1894 a 1100 a.C.; império Assírio 1100 a 612 a.C.; novo império Babilônico 612 a 539 a.C.

Os sumérios caucasianos se instalaram no vale dos rios Tigre e Eufrades, onde fundaram as cidades de Ur, Eridu, Lagach e Nipur.

Dentre as criações, além das já citadas, temos uma rudimentar rede bancária, a divisão do dia em 24 horas e minutos em segundos, sistemas de pesos e medidas e medições astrológicas de grande precisão. Seu governo era centralizado.

Os sumérios dividiam sua localização com tribos semitas que construíram as cidades de Acade, Isin, Larsa e Babilônia.

Toda e região foi dominada pelos assírios cerca de 1100 a.C. Mas a forte cultura suméria fez com que seus conquistadores reconhecessem a grandiosidade desta e por ela fossem absolvidos.

Os assírios não possuíam um governo centralizado, propiciando que rebeliões e partidarismos internos destruíssem este vasto império, culminando com a total destruição de sua capital Ninive em 606 a.C.

Os mitos sumérios e babilônicos tem relatos muito semelhantes, sendo o segundo mais marcado por conflito de deuses. Tão semelhantes eram tais relatos que um moderno autor recolheu os fragmentos dos escritos sumérios (feitos em argila) e os remontou usando como base o mito babilônico. As diferenças principais parecem repousar nos nomes e pequenas particularidades dos relatos.

Isto é perfeitamente compreensível se analisarmos a força que tinha a cultura sumérica, uma vez que permaneceu mesmo após sua conquista e influiu todo o império que lhe sucedeu.

Deste polvo e desta cultura que Abraão é filho.

16- ABRAÃO

Aqui é importante ressaltar novamente que a escrita hebraica, que provavelmente originou-se da sumérica, era sintetizadora, uma vez que uma palavra tinha vários significados e abrangência ampla.

A palavra ABRAÃO tem sua origem provável em “Ab Brama” (Deus Pai).

Para os judeus, povo que trouxe ao mundo o conhecimento do pentateuco, é proibido entender estes livros ao pé da letra. É necessário interpretá-los. Então fica registrado a possibilidade do famoso profeta ser um grupo em vez de um homem.

Aproveito para mostrar o curioso detalhe de “Brama”, uma divindade hindu, ser raiz do nome do referido profeta. Isto indicaria mais uma vez o quão próximo eram tais mitos.

Se lermos os originais hebraicos do Antigo Testamento em Gêneses 12,5 notaremos que podemos interpretar o texto na parte referida na forma “…. assim como todos os bens que possuía…” como “… assim como tudo que detinha…” ai incluindo além de bens materiais a tradição que lhe foi passada por seus ancestrais.

Este homem ou grupo sai da cidade de Ur levando consigo toda a tradição daquele povo.

O povo e a cultura que se montou sobre seus descendentes foi a partir da sumeriana.

17- EGITO

Outra grande civilização que apareceu na antigüidade foram os egípcios. Idade neolítica, cerca de 5000 a 3000a.C.; Império Tinita , c de 3000 a 2778 a.C.; Antigo Império, 2778 a 2263 a.C.; Interregno I, 2263 a 2040 a.C.; Médio Império, 2040 a 1680 a.C.; Interregno II, 1680 a 1580 a.C.; Novo Império, 1580 a 1085 a.C.; baixa época, 1085 a 332 a.C.; Época Grega, 332 a 30 a.C.

Viveram nas terras férteis as margens do rio Nilo, fundado as Cidades-Estados que foram se coligando até estender-se por todo o vale do Nilo até a quinta catarata. Construíram canais e reservatórios de água. Utilizavam técnicas modernas de agricultura como a rotação do solo. Cultivavam trigo e cevada. Fabricavam vidro e tecido, esculturas gigantescas e pirâmides. Estudaram astronomia e desenvolveram um calendário lunar, desenvolveram os fundamento da geometria, o papiro (espécie de papel de pele de carneiro) e escrita própria.

Possuidores de lendária tradição esotérica e de inexplicáveis conhecimentos, se desconsiderarmos a influência lemuriana sobre os mesmos, eram de uma tradição que se assemelhava a sumériana.

Outro grande profeta judeu foi Moisés. Novamente vamos recorrer as origens do nome, aliás bastante comum entre os egípcios. Moisés vem de Mosis ou Moses, cujo significado é filho. Os faraós traziam esta palavra como parte do nome para referir-se as divindades a qual era atribuída sua origem divina (como Ra-msés). Deixamos em aberto a possibilidade do relato referir-se a um grupo em vez de um homem.

Este profeta, ao encontrar Jetro ( sacerdote da tradição negra ) foi iniciado nessa tradição, vindo a completar e unificar a tradição, mais uma vez, em Moisés.

Munido de tão grandes conhecimentos, pode finalmente organizar e sintetizar em uma só forma, provavelmente chegando bem próximo do original.

Em estudos recentes, notou-se que a linguagem utilizada na confecção do pentateuco não pertencia a uma só pessoa, e sim a um grupo de períodos diferentes, o que reforça a hipótese de Moisés ter sido um grupo ou ter passado uma tradição que posteriormente foi escrita pelo grupo que lhe sucedeu na direção espiritual dos judeus.

Após a saída dos hebreus do Egito, estes encontraram nova escravidão, desta vez por seus pais, pois os babilônicos eram o povo que dominava a Mesopotâmia. Aqueles que herdaram a cultura sumérica.

18- MESOPOTÂMIA II

Neste novo período de domínio é que finalmente a Bíblia começou a ter sua forma atual.

Apesar de dominadores, os babilônios eram bastante tolerantes e permitiam que os povos mantivessem suas tradições.

Na Babilônia os sábios judeus tiveram a oportunidade de ouvir e comparar a sua com outras tradições da época. Lá se encontravam as maiores culturas daquele tempo, permitindo novamente um aprendizado, uma revisão, ou até mesmo correções ou inclusões mais abrangente, fazendo um apanhado de tudo que era importante e de interesse daquele povo.

Ressaltamos aqui que além de deixar os povos escravizados exercerem sua cultura, os babilônicos, por vezes, colocaram como ministro alguns hebreus. Isto denota o quanto respeitavam e identificavam-se com a cultura hebréia.

A partir deste ponto, veremos como aconteceu a “história desconhecida dos homens”.

3a Parte

O que é Cabalá?

Extraído do site http://www.kabbalah.org.br/
(Centro de Estudos da Cabala)

Primeiro e acima de tudo, Cabalá são respostas. A humanidade sempre sentiu a necessidade de definir o seu papel dentro do infinito mistério do universo. Para saber como chegamos aqui e entendermos porque existimos. Os caminhos percorridos em busca deste objetivo são muitos; infelizmente as respostas são poucas e muito distantes. A Cabalá fornece essas respostas.

Em segundo lugar, nenhum construtor irá instalar a eletricidade numa casa sem a utilização de um esquema orientativo para orienta-lo. Erre o circuito e os resultados podem provocar a queima dos fusíveis ou um frenético chamado para o número 911 reportando um incêndio.
A vida é muito semelhante a isto. Muitos de nós nunca aprendemos realmente como “Instalar” nossas vidas. Ainda que possamos aceitar a eletricidade e até mesmo os geradores nucleares que freqüentemente a produzem, permanecemos ingênuos quando se trata de entender o poder espiritual. Como resultado, caminhamos pela vida queimando fusíveis, provocando curto-circuitos, fissões, dissolvendo e derretendo. Geralmente fazemos uma caótica bagunça de tudo!

Mas nós podemos mudar tudo isso através de um poder tão misterioso que chega a desafiar até as mentes dos grandes cientistas, embora uma simples criança use-o com freqüência sem mesmo pensar a respeito. Em sua inocência a criança compartilha. O que é tudo a respeito do poder. Este poder é chamado Cabalá, e com ele nós podemos refazer nossas vidas. Nós podemos literalmente “plugar” a nós mesmos num extraordinário reino que existe por trás de nossos cinco sentidos.
Este outro reino consiste de infinita plenitude, realização e ordem. Ele é a fonte de nossa intuição e sexto sentido. É o lugar onde o prazer, a alegria, a cura e a felicidade se originam.
E embora não possamos tocar fisicamente e ver esta realidade neste momento, você deve saber que ele é tão incontestável como a gravidade e tão verdadeiro como os átomos no ar.
Embora este reino exista pela eternidade, somente agora ele está emergindo num mundo em que as pessoas estão prontas e capazes de compreende-lo à luz da tecnologia e maravilhas do século 20. E ele está chegando a tempo!

Os cabalistas sabem como fazer as coisas boas acontecerem, por saber em primeiro lugar, porque as coisas ruins acontecem. É tão simples como isso.
A Cabalá é freqüentemente mencionada como o antigo misticismo judeu. Isto pode ser verdadeiro, mas o que era considerado misticismo apenas poucas centenas de anos atrás, hoje é chamado de ciência.

Quem está autorizado a estudar Cabalá?

A Cabalá possui dois níveis de estudos. Os princípios básicos e os segredos profundos.
É dito que Moisés usou os segredos profundos da Cabalá para superar as leis da natureza e fazer abrir o Mar Vermelho.
Existe uma proibição em relação ao aprendizado dos segredos profundos da Cabalá. Um certo grau de sabedoria espiritual e maturidade precisa ser alcançado antes que alguém possa aprender ou mesmo arranhar esses conhecimentos secretos, como estabelecido pelo antigo adágio cabalista: “Quando o aluno está pronto, o mestre aparece”.
Através da história, somente um punhado de alunos foi merecedor da oportunidade de aprender os segredos profundos da Cabalá. Moisés foi um deles.
Mesmo que os segredos da Cabalá fossem deixados diante de nós, não seríamos capazes de compreende-los. Da mesma forma que uma criança não pode compreender os segredos da construção de um supercomputador a partir de um desenho contendo todas as instruções.
Havia também a proibição em relação ao aprendizado dos níveis básicos da Cabalá, mas ela foi revogada no século 16 quando o famoso cabalista Rabbi Abraham Azulai (1570-1643) revelou um decreto através dos jovens sábios:

A partir do ano 1540 em diante os níveis básicos da Cabalá precisam ser tornados públicos a todas as pessoas jovens ou idosas. Somente através da Cabalá nós iremos eliminar definitivamente a guerra, a destruição e as maldades do homem para com o homem.

– Prefácio de Rabino Azulai sobre “A Luz do Sol”.

Os Centros de Cabalá ensinam os níveis básicos da Cabalá. Da mesma maneira que os segredos profundos da Cabalá têm o poder de alterar dramaticamente as leis da Mãe Natureza, os níveis básicos da Cabalá têm o poder de alterar dramaticamente a natureza humana.
E isso é muito bom. Porque aprendemos como nos tornar pessoas melhores. Mais tolerantes. Mais compassivos. Mais generosos. Não porque este seja um comportamento correto, mas porque essas qualidades da natureza humana têm o poder de nos proporcionar todas as coisas que desejamos verdadeiramente da vida.
Todas as infinitas questões colocadas pelos homens podem ser respondidas através dos níveis básicos da Cabalá.

A Cabalá é um segmento dentro do Judaísmo ou uma religião separada?

Não. O Judaísmo tem muitos segmentos dentro dele como os Reformistas, os Conservadores e os Ortodoxos.
Entretanto, a Cabalá é uma sabedoria espiritual que inclui e explica todas as religiões. A totalidade da humanidade.
Em todos os lugares. Em todos os tempos. Pense em Cabalá como o código do DNA do nosso universo.
E não cometa enganos; se bem que a Cabalá tenha se originado do coração e da alma do judaísmo, e ainda, embora empregue termos bíblicos em seu vocabulário, ela não é mais religião do que possa ser a mecânica quântica com a qual compartilha uma especial simpatia.
A Cabalá é universal. Embora ela proponha a existência de um Criador, ela não foi feita para a adoração.
A Cabalá foi criada para ser usada – o mais profundo uso metafísico que o mundo jamais conheceu. Os direitos e privilégios que acompanham o uso da Cabalá são agora propriedade do povo, incluindo este website. Contrariando as religiões tradicionais, ela não necessita de intermediários,rabinos, padres ou shamans para ajudar na conexão com as forças da Criação.[isto talvez explique a oposição existente por parte do “stablishment” das religiões existentes em relação à disseminação pública da Cabalá.

Por que o estudo da Cabalá é importante?

De acordo com Moisés, é através do estudo do Zohar, o texto maior da Cabalá, que iremos trazer a paz para o mundo de uma maneira misericordiosa, com um mínimo de sofrimento.
O conhecimento da Cabalá é como uma chama eterna. Cada um de nós é como uma vela apagada numa sala escura que é o nosso universo. Quando aprendemos a Cabalá é como se nossa chama se acendesse. Cada nova vela que se acende, ajuda a remover uma parte da escuridão. É simples como isso.
Cada pessoa que aprende esta sabedoria espiritual portanto, está ajudando a trazer a luz da paz ao mundo inteiro e à sua própria vida.

Que tipo de questões a Cabalá formula?

“O que estamos fazendo aqui na terra?” É um bom ponto de partida. E “Onde está Deus?” Parece ser uma continuação apropriada.

Daí existem aquelas favoritas milenares:

Por que existe o sofrimento, a dor e o demônio entre nós? Por que uma pessoa sofre um infortúnio enquanto outra prospera? Por que nossas orações ficam sem resposta?
Como posso ter uma vida mais gratificante? Como podem os caras maus ir embora levando tudo? Como posso proporcionar realização e proteção para a minha família? Como posso me livrar dos meus medos, fobias e ansiedade?
Por que existem estrelas nos céus? Por que estou tendo dificuldade em acreditar que a Cabalá pode realmente enfocar todas estas questões?
Como o Cabalista Rav Berg afirma: “Não existe uma única questão que a Cabalá não possa enfocar e responder”.

Necessito possuir algum conhecimento ou pré-requisito específico antes de participar dos cursos?

Não há pré-requisitos para tornara a vida de alguém melhor. A única necessidade é a vontade de aprender e uma mente aberta.
De acordo com a sabedoria cabalística, é importante entender que o conhecimento espiritual do nosso universo já existe dentro de nossas almas.
O ato de aprender Cabalá é um mero instrumento que provoca e acorda este conhecimento dentro de nós.

Vocês estão competindo com outras organizações ou movimentos espirituais?

Não. Quando qualquer organização está envolvida na educação espiritual, não pode haver nenhum tipo de competição. A energia espiritual do Criador é infinita e por esta razão não tem limites.
Competir significa dividir e separar. O único propósito de qualquer movimento espiritual é trazer todas as pessoas há um lugar de entendimento, unidade e paz.

Sites na Internet

– Kabbalah Centre

http://www.kabbalah.com/

– The Gateway to Qabalah

http://www.webcom.com/hermit/page/qabalah.html

– Mistérios Antigos

http://www.misteriosantigos.com/

– Centro de Estudos

http://www.kabbalah.org.br/

– Kabala Organizations

http://www.kabala.org/

– English Language Resources for Traditional Kabbalah

http://remus.rutgers.edu/%7Ewoj/arcana/kabbalah.html

– Rabbi Yehudah Lev Ashlag – a great 20th century Kabbalist

http://www.nehorapress.com/

– Copenhagen Qabalah spiritual technology lab

http://www.angelfire.com/scifi/qabalah/

– Kabala library

http://www.digital-brilliance.com/kab/

– Deal with kosmic themes that are based on Kabbalah

http://www.kosmic-kabbalah.com%0d/

– Studies in Kabbalah in Spanish

http://www.halel.org/

– Esoterismo Site

http://www.esoterismosite.hpg.ig.com.br/kabala.htm

– Sintonia Saint Germain

http://www.sintoniasaintgermain.com.br/comunicacao.html

– Site Araujo Leo

http://www.araujoleo.hpg.ig.com.br/Kabala/Kab.htm

Livros Indicados

O CAMINHO – Usando a sabedoria da Cabala para transformação e plenitude espiritual. Escrevendo com ternura, admiração bondade e insight profundo da natureza humana e divina, Rabino Michael Berg orienta você, passo a passo ao rumo da iluminação

Sidurim de Shabat . Pela primeira vez em português e transliterado. Contem todas as meditações e comentários segundo a Kabbalah

THE ZOHAR: 24 volumes – do Rabino Shimon bar Yohai. Uma obra de grande importância e influência no estudo cabalístico. Texto original escrito em hebraico com tradução e comentários do Rabino Yehudah Ashlag

RETIRADO DO SITE:
http://www.edeus.org/edeus/kaballah.htm

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