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IRMÃOS DIFÍCEIS…

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(TEXTO ADAPTADO)

Muitos se decidem pela Umbanda e o fazem, nem sempre, por motivos os mais válidos. Portanto, não podemos reclamar prodígios, mas esperamos que cada um, pelo menos, se dedique a ela com simplicidade e absoluta Lealdade.

Se entre os profanos é condenável, entre os umbandistas é execrável manejar créditos morais de que desfruta, para auferir vantagens. É abominável não cooperar e criticar sistematicamente quem trabalha, como também o é descuidar-se do autodomínio e jamais se entender com aqueles cujas opiniões divergem das suas.

Pior ainda é condenar os outros que não lhe seguem os princípios, acreditar-se isento de erros e usar de outros Irmãos para, escusamente, alcançar seus objetivos.

Há Irmãos que tentam se projetar através da quantidade de problemas que criam e das discórdias que estimulam. Às vezes até conseguem aparecer, mas a queda é fatal e certa.

Outros não procuram conciliação, reconsiderando atitudes, exclusivamente por questão de prestígio pessoal, desrespeitando os interesses da Umbanda, ferindo a disciplina e a hierarquia.

Há Irmãos difíceis, muito difíceis. Talvez sejamos um dentre os muitos.

De qualquer forma o importante é buscarmos, quanto mais cedo, a nossa reforma íntima, decidindo pela permanência na Instituição ou então a saída imediata.

Ao invés de disputarmos primazia, procuremos com toda a veemência as oportunidades de ação que nos propiciem o prazer e a satisfação de construir melhores tempos.

Toda tarefa, mesmo simples e humilde, é importante. Assim, recordemos os Irmãos difíceis, não para odiá-los ou imaginarmos a “forra”, mas sim para envolvê-los de vibrações salutares, mensagens de simpatia e auxiliá-los no seu crescimento interior.

Lembremo-nos que somos também menos simpáticos para todos aqueles que nos provocam reações de oposição. Se há quem nos contrarie, instintivamente, sem perceber, contrariamos também a muitos Irmãos. Aos nossos olhos, aqueles que não se afinam conosco evidenciam erros, mas os erros que carregamos se destacam aos olhos deles.

Perdão e paciência, tolerância e amparo fraterno são os recursos indicados.

Os focos de antipatia extinguimos com o anti-séptico do entendimento, da paz e do amos.

Estes tipos de aversões são crueldades mentais do passado que recrudescem. Toda crueldade mental é doença, pelo menos do espírito.

Toda doença pede cura.

Na verdade não há Irmãos difíceis.

Eles são todos nós.

(ADAPTAÇÃO DO TEXTO DE ARMANDO RIGHETTO)

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