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DOUTRINA E PRÁTICAS UMBANDISTAS |
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Umbanda
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Escrito por Alex de Oxóssi
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18-Jun-2009 |
Amados Irmãos, eu só tenho que agradecer a cada um de vocês, pois graças a vossas visitas nosso pequenino Blog começa a virar referência, eu recebi um contato de uma das funcionárias da Icone Editora para que eu trouxesse a todos vocês o novo lançamento daquela distinta Editora, isso nos deixa muito feliz e de imediato agradeço o interesse por parte do Departamento de Marketing desta distinta Empresa, pois começa despontar no horizonte uma visão ampla deste meio que vos falo que é a internet e não só olhando para os grande sites e sim para os pequeninos Blogs como o nosso, para muitos pode parecer apenas anuncio, para mim significa reconhecimento de um trabalho, pois se Flávia (Que Oxalá lhe proteja sempre e que seus Empregadores entendam que você tem uma visão ampla) conseguiu achar este Blog é porque estamos chamando a atenção e fazendo um bom trabalho. Que Pai Oxóssi proteja e dê muita sabedoria, saúde e discernimento a todos funcionários da Ícone Editora e em especial a Flávia, pois a Flávia só deve ser protegida por Oxóssi e se não for que seja, pois é a meu Pai Oxóssi que neste momento eu rogo bençãos a todos eles. Obrigado e tenha a certeza que esta divulgação será mencionada no Grupo, Comunidade, Blog (wordpress e blogspot), Portal e no Fórum.  Título: “Doutrina e Práticas Umbandistas” Autor: Omolubá ISBN: 9788527410434 Peso: 420g Dimensões: 16 x 23 cm Número de páginas: 294 pág Sinopse: A Umbanda completou 100 anos em 15 de Novembro de 2008. Que mistérios há por traz desta religião? Durante um século alguns autores importantes escreveram sobre as suas práticas e doutrina e história. Omolubá, faz parte desse grupo seleto. Nascido em Itabuna, na Bahia, desde cedo acompanhava seus pais aos cultos afro-brasileiros de Salvador. Em 1950, no Rio de Janeiro, visitou um terreiro de Umbanda e, desde então, trilhou um brilhante caminho como sacerdote e escritor. Esta obra, de grande sucesso, é agora reeditada em volume único pela Ícone Editora. Ao longo do texto, o prezado leitor encontrará temas significativos como as origens da Umbanda, sua cosmogonia, as Sete Linhas, sua fundamentação, a mediunidade, as sessões de terreiro, os sacramentos, etc. Omolubá faz, com propriedade, um brilhante estudo sobre os Orixás, os quais influem diretamente nos mensageiros espirituais, que são as Entidades que se manifestam nos templos. É uma obra esclarecedora que enriquece a literatura umbandista. Trata-se de um guia prático direcionado tanto para os leitores quanto para os freqüentadores dos templos, médiuns e sacerdotes de Umbanda. Atenciosamente, Ícone Editora Ltda. http://www.iconeeditora.com.br (11) 3392-7771 VAMOS CONHECER OMOLUBÁ: Babalorixá OMOLUBÁ BIOGRAFIA DE BABALORIXA OMOLUBÁ Omolubá nasceu em Itabuna, Bahia. Criou-se em Salvador. Sua formação religiosa iniciou-se desde cedo ao acompanhar familiares, entre os anos de 1938 e 1948, ao bairro do Retiro, uma roça num local conhecido por Bate-Folha, onde ficava o Barracão de Manoel BERNARDINHO da Paixão (Bernardinho do Bate-Folha), famoso pai-de-santo (Nação de Angola) do candomblé baiano. Chegando ao Rio de Janeiro em fins de 1948, Omolubá assistiu, em 1950, a uma sessão de Umbanda, ficando curioso e encantado pela existência de um culto inteiramente desconhecido em sua terra natal. Acossado pela “mediunidade de berço”, que afetava gravemente sua constituição orgânica, socorreu-se da Umbanda, optando, daí por diante, definitivamente, pela nova prática religiosa (1960). Pelas mãos afetivas da Yalorixá Alexandrina dos Santos, mais conhecida como Mãe Doca, fez sua Iniciação Sacerdotal, assumindo integralmente, em 1970, sua qualificação como Babalorixá de Umbanda, originando-se daí, o seu nome iniciático Omolubá, sagrado pelos seus guias em homenagem ao orixá Omolu. Indiscutivelmente, cabe a Omolubá, entre outros, papel relevantes na construção doutrinária da Umbanda. Juntamente com Israel Cysneiros, falecido em 1985, edita, em 1975, a revista Seleções de Umbanda, que circulou durante três anos consecutivos. Em 1976, ambos, por meio de rigorosa pesquisa de campo que se entendeu, até mesmo, a outros estados brasileiros, descobrem, verificam, aprofundam e alardeiam para todo o país a verdadeira identidade astral, filosófica e cultural da Umbanda como sendo uma religião tipicamente brasileira – por sinal a única – nascida no bairro de Neves, em Niterói (1908), sendo o seu fundador, no plano físico, um espírito que a si próprio deu o nome de Caboclo das Sete Encruzilhadas e tendo como médium o valoroso e incansável Zélio de Moraes (1891-1975). A importância do reconhecimento da origem e do fundador da Umbanda foi divulgada por toda a nação, até mesmo pelo Jornal do Telecurso nº 52 (400 mil exemplares de tiragem e mais de 1 milhão de ouvintes). Fonte: Casa Branca de Omolu |
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II CAMINHADA EM DEFESA DA LIBERDADE RELIGIOSA |
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Notícias
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Escrito por Alex de Oxóssi
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09-May-2009 |
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(clique acima e será encaminhado ao site da Caminhada) |
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Atualizado em ( 12-May-2009 )
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Umbanda
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Escrito por Alex de Oxóssi
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16-Apr-2009 |
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A mediunidade física é um dom inato, necessita de muito tempo e muita paciência para alcançar seu pleno desenvolvimento.
A correria e o alvoroço dos dias de hoje exigem sucessos instantâneos que não podem produzir grandes médiuns mentais ou físicos, principalmente que sejam capazes de pesquisarem lentamente, de procurar a verdade com paciência e finalmente alcançar a convicção de que a personalidade humana sobrevive após a morte corporal.
O estudo da raça humana dos tempos imemoriais é um objeto de lição para todos, todavia não observamos essas lições que temos aprendido, não vemos o presente no passado; e o que é o presente, senão o resultado dos acontecimentos passados, dos erros anteriores, das tolices consumadas? O que nos falta realmente é simplicidade e conhecimento da essência do espírito.
Quais são os sentimentos durante uma sessão? Ficamos completamente cientes do que é divulgado? Entramos mesmo em transe durante uma sessão? Geralmente ficamos muito lúcidos e podemos ouvir tudo o que é dito, tanto pelas pessoas que estão na sessão como as vozes do espírito em nossa mente.
O médium não começou ainda a realizar o que pretende ser verdadeiramente, no sentido real; ser preparado para se dar em amor e colocar-se a serviço de Deus; realizando isso, o poder que emana do espírito pode mudar não só a si mesmo, mas através dele, possivelmente o mundo todo.
Há muitas Religiões diferentes, muitas até confusas, com conflitos de idéias e pensamentos; no entanto só há uma única verdade: verdade da vida eterna, que todos nós morrendo, vivemos. Os espíritos desejam ardentemente o bem estar da humanidade. Muitas pessoas pensam que um médium é como uma máquina; colocamos o dinheiro e automaticamente a máquina funciona. Não é assim. Seria perigoso e fútil para qualquer médium dirigir sessões durante todo o tempo, ao capricho desta ou daquela pessoa, no momento em que desejam.
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Atualizado em ( 16-Apr-2009 )
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Umbanda
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Escrito por Alex de Oxóssi
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21-Feb-2009 |
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Houve um tempo em que a Umbanda não tinha líderes, faculdades, conselhos e apenas duas ou três federações que tentavam dar o mínimo de organização e consultoria jurídica aos terreiros filiados, mesmo porque houve, como se sabe, grande perseguição e repressão Estatal aos seus adeptos, assim como os do Candomblé. Entre as décadas de 1950 - 1970, houve o que chamo, no que pese a perseguição policial, de "Época de Ouro" da Umbanda, onde a religião tinha milhares de adeptos, suas músicas eram ouvidas nas rádios e não raramente podiamos assistir nomes como W.W. da Matta e Silva, Tancredo da Silva Pnto, dentre outros, expondo suas opiniões e pontos de vista em colunas diárias (ou semanais) em jornais e revistas de grande circulação.
A extinta TV TUPI, muitas vezes apontou suas câmeras para as personalidade citadas, assim como sempre abria espaço em sua programação para Chico Xavier e outros baluarte espíritas, sendo que sempre tais programas eram acompanhados de grande audiência.
Na música, tivemos vários artistas, dos quais destaco Ronnie Von e Clara Nunes, que gravaram músicas inspiradas em canções de Terreiro, quando não eram os próprio pontos de Raiz que ganhavam novos arranjos.
No que pese algumas históricas contendas doutrinárias, em especial envolvendo Matta e Silva e Tancredo da Silva Pinto, que trocavam algumas "farpas" não somente através de seus artigos em jornais e revistas, mas também em seus livros, havia uma relativa paz entre os praticantes e ninguém se preocupava por demais com os ritos e doutrinas praticados neste ou naquele Terreiro. |
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Atualizado em ( 02-Mar-2009 )
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HISTÓRIA GONÇALENSE - CENTENÁRIO DA UMBANDA |
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Notícias
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Escrito por Alex de Oxóssi
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02-Feb-2009 |
História gonçalense
Centenário da Umbanda
Jorge Cesar Pereira Nunes
Talvez sejam poucas as pessoas que saibam caber a São Gonçalo a comemoração, este ano, da passagem de pelo menos três centenários de fatos relevantes aqui ocorridos no início do século XX. Um deles é o surgimento da Umbanda, tida por seus adeptos com a primeira e única religião verdadeiramente brasileira por reunir em suas práticas elementos da cultura religiosa de índios, africanos e europeus, as três etnias de cuja fusão resulta o Brasil atual.
Tudo começou com Zélio Fernandino de Moraes, um jovem de família tradicional no bairro de Neves e cujo pai, fazendeiro, foi o primeiro a exportar frutos dos laranjais gonçalenses para a Inglaterra no princípio do século passado.
No dia 10 de abril de 1908 o jovem Zélio comemorou a passagem de seu 17º aniversário, posto que nascera em 1891, e tinha como planos ingressar na Marinha de Guerra, iniciando-se nos estudos para prestar exame na Escola Naval. Porém, dias depois foi acometido de uma estranha paralisia, que o deixara preso ao leito. Chamados os médicos mais importantes da época, de São Gonçalo e Niterói, deu-se início a vários tratamentos, que se sucediam sem apresentar melhoras. Nenhum dos médicos conseguia diagnosticar a doença e seu estado de saúde só se agravava. |
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Atualizado em ( 19-Feb-2009 )
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HISTÓRIAS QUE A UMBANDA NOS CONTA |
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Umbanda
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Escrito por Alex de Oxóssi
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28-Jan-2009 |
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Amados Irmãos, Histórias que a Umbanda nos conta – Marco Boeing, é um livro especial e com toda certeza todos deveriam tê-lo em vossas estantes, não falo isso para agradar nosso irmão Marco ou apenas para que ele venda mais exemplares e sim pelo que senti nas palavras simples e humildes deste livro que de forma alguma nos chega para falar de mais uma forma de cultuar a Umbanda, neste fala-se de Umbanda com Amor e não com paixão levantando bandeira para determinado culto/vertente, e quem já pode ter a satisfação de ler este livro que volte a lê-lo novamente, pois há muita mensagem que podemos não perceber em primeira leitura, um livro tão especial que não conseguimos parar de ler eu só parei quando o terminei e com toda certeza irei ler novamente. O que chamou muita atenção foi a riqueza nas histórias das Entidades, riqueza no que tange aos ensinamentos pós desencarne, na evolução do espírito, e com toda certeza não foge ao que pregamos em nossos Terreiros, ou ao que aprendemos, volto a repetir que em nenhum momento o Marco foge para a Umbanda praticada dentro da ASSEMA, e sim para a Umbanda Umbanda, ou seja, a mesma praticada neste iluminado Terreiro, alguns autores que fazemos uso da leitura de seus livro, percebemos a única vontade do mesmo em demonstrar que sua Umbanda é a melhor a ser seguida, em Histórias que a Umbanda nos conta, percebemos a simplicidade, a humildade e o Amor que todos os autores deveriam levar em consideração ao escrever qualquer livro que leve o nome de nossa Religião. Quando eu crescer vou querer ser igual a você irmão Marco Boeing, ou seja, quando eu me atrever a escrever algo sobre a Umbanda tentarei usar a mesma linguagem usada no livro Histórias que a Umbanda nos conta. Amados irmãos: Querem ler um bom livro? Um livro que lhe prende do inicio ao fim? Um livro feito com Amor, humildade e respeito? Então leiam: Histórias que a Umbanda nos conta – Marco Boeing Em nome de meu Oxossi e do Povo de Aruanda eu vos agradeço a ti e a vossas Entidades por nos blindar com tão bela obra, que os Portais se abram e que dos mesmos saiam raios de Paz, Fé, Amor e prosperidade para você e a todos desta linda Casa que chamamos de A.S.S.E.M.A. CONTATO E ENCOMENDAS:
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A.S.S.E.M.A. (clique) |
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Atualizado em ( 19-Feb-2009 )
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ESPIRITISMO, UMBANDA, CANDOMBLÉ - ORIGENS |
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Umbanda
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Escrito por Alex de Oxóssi
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28-Jan-2009 |
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Sérgio Renan Origens do Espiritismo, do Candomblé e da Umbanda A idéia deste texto seria traçar diferenças entre as origens do Espiritismo, da Umbanda e do Candomblé – três religiões, a meu ver, DIFERENTES entre si. O Espiritismo, dentre os três, é o mais fácil, disparadamente, de verificar suas origens. Remete-se ao ano de 1857 quando do lançamento, por Allan Kardec, do livro “O Livro dos Espíritos” (LE) – o ‘pontapé inicial’’ da Doutrina Espírita (DE), na França. Portanto, possui origem francesa. Aliás, o próprio termo ‘Espiritismo’ fora cunhado por Kardec, Kardec juntou uma quantidade considerável de comunicações mediúnicas, submeteu-as a uma rigorosa análise pela razão, e chegou a algumas “conclusões” (entre aspas, pois o próprio Kardec coloca, logo no início do LE, que “nada de novo ali trazia”). Verdade que muitos colocam que o que se conhece por Espiritismo atualmente, no Brasil, não estaria “de acordo” com o Espiritismo “que deveria ser” …. mas não vou entrar neste ‘caminho’ – o que interessa aqui é falar sobre as ORIGENS das três religiões/doutrinas. Ainda em relação ao Espiritismo, tem-se nele uma BASE (uma doutrina) ESCRITA, coisa que NÃO ocorre com o Candomblé nem com a Umbanda Já no Candomblé, suas origens são bastante diferentes. Como já foi dito, seus conhecimentos (doutrinas, ritualísticas, etc) são passados VERBALMENTE, e dentro dos barracões (apelido dado a centros candomblecistas, por os mesmo – via de regra – funcionarem am grandes barracões). Escrita no Candomblé NÃO existe, de forma alguma – o máximo que se pode encontrar de livros sobre o mesmo, são de autores CURIOSOS, e não de (verdadeiros) candomblecistas. Na África, à época do descobrimento e colonização do Brasil (e desde há muito antes), não existiam países como hoje concebemos, O que existiam eram ‘aldeias’, ‘tribos’ – algumas bastantes numerosas. Os africanos as chamavam (as tribos ou aldeias) de NAÇÕES. Analogamente às nações Apache, Sioux, ertc nos Estados Unidos. Cada uma dessas nações possuía sua própria cultura, suas “maneiras específicas” de manifestações religiosas, sendo até as línguas diferentes em cada nação. Muitas vezes duas pessoas de nações diferentes não se entendiam verbalmente, tamanhas as diferenças culturais entre elas. Assim, resumidamente, tem-se diversas nações, cada uma delas com um “sistema de culto” específico. Algumas dessas nações deram origens a países, como Congo, Angola, etc. Em cada uma dessas nações, existia o que se chama de “Culto de Nação” – a manifestação religiosa DAQUELA nação. Por exemplo, se compararmos duas nações quaisquer, dentre todas que existiam à época, não encontraremos os mesmos orixás (aqui basta entender orixás como “conceitos primordiais dos Cultos de Nações”) sendo cultuados nas duas. Inversamente, a ‘estória’ de cada orixá será algo diferente em cada nação. Com a trazida de escravos da África para Brasil (tráfego negreiro), e também (principalmente) pela seleção (**) de escravos de origens diferentes (de nações diferentes) nas senzalas chegou-se a uma “grande salada cultural” dentro de cada senzala pelo país afora. Numa mesma senzala, era comum encontrar-se indivíduos oriundos de várias nações diferentes, com CULTOS diferentes entre si. Com o tempo (séculos de escravidão), essa “grande salada” de diversos ‘Cultos de Nações’ (diferentes entre si à princípio) foi-se “se amoldando”, chegando-se ao que chamamos atualmente de Candomblé. (**) Esta seleção era feita pelos compradores de escravos, os fazendeiros, procurando com isso dificultar a inter-comunicação entre os escravos nas senzalas, evitando-se assim a organização de revoltas e motins. Portanto, o Candomblé, em termos de origens, é brasileiríssimo – resultado de uma “mistura” de diversos (e diferentes) ‘Cultos de Nações’ (estes sim, africanos). Como curiosidade, não há – hoje nem há 500 anos atrás – um único Culto de alguma Nação, na África, sequer semelhante, em termos de ritualísticas, conceitos e doutrinas, com o Candomblé exercido no Brasil. Chegamos à Umbanda, e aqui ‘complica”. pois nem mesmo dentro do “movimento umbandista” existe um consenso 100%. Não existe um movimento especificamente (pelo menos no plano físico, entre os encarnados) – apenas falo genericamente em relação ao conjunto de todos os umbandistas. Antes de adentrar nas origens propriamente da Umbanda, colocarei que a Umbanda (assim como o Candomblé) NÃO possui UMA doutrina ESCRITA – seus conhecimentos (ritualísticas, doutrinas, etc) são passados oralmente dentro dos terreiros. |
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Atualizado em ( 19-Feb-2009 )
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